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17 de abril de 2015

Papos de Sexta: LollaParty - Three Days Grace

Oi gente!
Graças a iniciativa da Tiça, nossa nova coluna aqui o RomanticLit será Papo de Sexta, onde a cada sexta revesaremos para contar experiências do nosso cotidiano que não tem necessariamente a ver com romances e mais com ... todo o restante huehue.

Hoje é a minha estréia por aqui, a Tiça já postou a sexta retrasada leia AQUI e vou contar um pouco sobre os show Lollapalooza Parties, mais especificamente sobre a que eu fui, da banda Three Days Grace.

As Lollapalooza Parties são shows separados do festival, de bandas que também participarão dele. São como um esquenta para os dois dias de festa, porém, com ingressos vendidos separadamente e também acontece fora do local do festival.
A banda de alternative metal Three Days Grace nasceu no Canadá em 1997. Sua formação inicial contava com Adam Gontier (vocalista) , Brad Walst (baixista) e Neil Sanderson (baterista). O nome da banda é derivado de uma reflexão; se você tivesse três dias para mudar alguma coisa na sua vida, você conseguiria?
Mais tarde, logo depois do lançamento do primeiro álbum da banda "Three Days Grace"(2003) Barry Stock iniciou como guitarrista fixo e desde então a banda vem sempre encabeçando o topo das listas de mais ouvidos/vendidos cada vez que um single ou álbum é laçando.
Atualmente o vocalista Adam Goultier deixou a banda por motivos pessoais e quem assumiu foi Matt Walst (notaram a semelhança de sobrenomes? Pois é, Matt é irmão do baixista, Brad), mais conhecido por seu projeto anterior, My Darkest Days.

Então, voltado aos momentos de emoção da minha vida. O que aconteceu foi uma cartada certeira do destino, porque apesar de amar o 3DG com o Adam nos vocais, eu já era apaixonada pelo projeto do Matt Walst antes de qualquer coisa. E ter uma voz que você ama, em uma banda que você já é fã, apesar da tristeza, é muito bacana. Então assim que soube que o 3DG viria para Lollapalooza e conferi os preços da inteira (pois é, não sou estudante por enquanto) eu... morri por dentro. Queria muito assistir uma outra artista que AMO e que tocaria em um dia diferente e no total tudo deu 600 dilmas e esse valor fala por si só. Jamais.
Triste, cabisbaixa, chorado baixinho fiquei eu até o anúncio da LollaParty com o 3DG, por um preço muito mais camarada, e um local mais tranquilo, sem a bagunça dos festivais. Claro que já comprei o meu.

A fila foi o de sempre. Fãs viscerais na frente, guardado lugar para outras 765834653 pessoas, surtando, contando umas histórias pra boi dormir para chamar atenção e eu lá, tipo 'parça, que tenso'. E claro, tinha gente bacana também, tipo eu (zoera).


O início do show estava marcado para 12:30 PM  (isso mesmo, meia noite e meia da matina). Cheguei na fila o meio da tarde e aguentei bravamente até as 23:30, quando a casa de show abriu. O local do show, Cine Joia é bem bacaninha, é pequeno, tem bar, o palco é alto mas o espaço é confortável e por causa dos mil lugares guardados a nossa frete, conseguimos apenas um lugar na lateral direita do palco. Esperamos mais uma hora de pé, entre staff Friboy e uma playlist muito maravilhosa.

Quando o show começou fiquei um pouco aflita. O Matt não teve uma recepção muito amigável dos fãs da banda, que ainda preferia o Adam, mesmo ele tendo escolhido sair, mas tudo deu certo. A setlist tinha 12 músicas, desde os primórdios até algumas fresquinhas do álbum recém lançado 'Human'. O show foi animal e uma vez apaixonada eternamente pelo vocalista e tendo lido tantos romances com bandas fica um pouco difícil de não fantasiar, não é? Cantei, gritei, pulei até arrebentar a alça do meu sutiã e o Matt passou a maior parte do show bem do lado do palco onde eu estava, beeem pertinho! Como se tudo não fosse magia e sonhos ainda consegui uma palheta e a toalhinha do Barry!


Algumas coisas que acontecem na nossa vida podem não ter um por cento de significado para as pessoas, mas pode mudar o nosso jeito de levar as coisas. Alguns acontecimentos eu prefiro guardar para mim, e provando que o impossível só existe para que não bota a cara o sol, miga. Tudo foi perfeito, até o que deu errado só e ajudou a ficar mais perto dessa rapazeada que eu gosto tanto. Uma dica para você viver bem com essa coisa obsessiva por bandas não só pensar, mas ter certeza que esses caras, apesar de malhados, tatuados e sensuais das bandas são apenas seres humanos como nós. Claro que fazem um trabalho que conquista admiradores ao redor mundo, porém, erguer o outro em um pedestal só nos faz sentir inferiores e distantes. Cresça, faça a seu trabalho e você sentirá na pele a gratificação do sucesso sem perder o pé o chão.

Enfim, gente. Foi barbaridade e eu quero de novo e agorAAAAAAAA!1!!!

Beijos!
Aline, Uma Leitora

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