RESENHA DE DORAMA: Romance Is a Bonus Book
Resenha: Simplesmente Ana, Marina Carvalho
Resenha: Swag, Cambria Hebert




25 de junho de 2020

SNEAK PEEK: Lead Me Back by CD Reiss

Lead Me Back, an all-new contemporary romance from New York Times bestselling author C.D. Reiss is releasing July 7th, and we have the first look!

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Standing right there in bare feet, white tattoo-exposing tank, white basketball shorts with an orange stripe down the side, with his blond hair so precisely bed-headed it had to be on purpose, and a gold chain that was the icing on the cake of a look every fashion and celebrity magazine called “douchecore” was Justin Beckett.
From the band Sunset Boys. That Justin.
From the cover of GQ. Twice before age twenty-two.
I considered myself too much of an adult to listen to his music, but I wasn’t dead. The Sunset Boys breakup that spring had drowned Twitter in sobs and DMZ in clicks. Justin Beckett, with his ghostly pale-blue eyes, had been the front man who’d thrown it all away for a crazy night at the Roosevelt Hotel.  

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LMB - Sneak Peek  

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💛 Synopsis 💛

A twist of fate proves wildly explosive in New York Times bestselling author CD Reiss’s smart and sexy Hollywood romance about the cost of running from your past to get to your dreams.
Cutting all ties, Kayla Montgomery drives cross-country to Los Angeles. New start. New life. And an unexpected new job: assistant to Justin Beckett.
The Justin Beckett.
The boy band rebel with the cocky attitude and dreamy bed head who casts a spell over his fans and tests the patience of his handlers.
Now at the peak of Mount Adulthood, he has to build a clean-cut, movie star image. It’s in his contract. No partying. No attitude. No groupies.
To tie it together, he needs a normal girl.
Suddenly, Kayla’s swept up in Justin’s glamorous world, and his arms. But the most dizzying thing is Justin himself. Sweet, generous, reliable, and as eager to shed his past as Kayla is hers.
About that…
Those ties she thought she’d cut? They’ve followed her across the country with her secrets in tow, and they’re about to test Kayla’s courage, Justin’s loyalty, and a love that wasn’t part of the deal.
 
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About CD Reiss

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CD Reiss is a New York Times bestseller. She still has to chop wood and carry water, which was buried in the fine print. Her lawyer is working it out with God but in the meantime, if you call and she doesn't pick up she's at the well hauling buckets.
Born in New York City, she moved to Hollywood, California to get her master's degree in screenwriting from USC. In case you want to know, that went nowhere but it did give her a big enough ego to write novels.
She's frequently referred to as the Shakespeare of Smut which is flattering but hasn't ever gotten her out of chopping that cord of wood.
If you meet her in person, you should call her Christine. 

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29 de maio de 2020

[RESENHA] Audio Livro: Adbucted, Sara Fields

Ficha Técnica
Título: Abducted (Vakarran Captives #3)
Autor(a): Sarah Fields
Narrador(a): Dahlia Lynde
Gênero: Sci-fi | Reverse harem | Erótico| BDSM
Ano: 2018
Comprar: E-book | Áudiolivro
Sinopse:  They found her. They took her. Now they will claim her.
When I left Earth behind to become a Celestial Mate, I was promised a perfect match. But four Vakarrans decided they wanted me, and Vakarrans don't ask for what they want, they take it.

These fearsome, savagely sexy alien warriors don't care what some computer program thinks would be best for me. They've claimed me as their mate, and soon they will claim my body.

I planned to resist, but after I was stripped bare and shamefully punished, they teased me until at last I pleaded for the climax I'd been so cruelly denied. When I broke, I broke completely. Now they are going to do absolutely anything they please with me, and I'm going to beg for all of it.


Resenha de audiolivro e leitura de romance com "reverse harem", duas coisas as quais eu sou completamente nova.
Eu sinceramente não faço a mínima ideia de como avaliar um audiolivro, porém, darei o meu melhor para esclarecer para você quais os prós e os contras dessa diferente modalidade de "leitura" e para nos ajudar, já tem um post no ar, aqui no RommyLit falando um pouco mais sobre o que são os audiolivros, como aproveitá-los 100% e outras curiosidades.

O conjunto da obra de Abducted foi muito bom!
Tanto a estória da Sarah Fields, quanto a narração da Dahlia Lynde me enfeitiçaram a ponto de eu avaliar seriamente se eu deveria ir dormir ou ouvir mais uns 2 (ou 10) capítulos.
Como eu citei acima, apesar de achar reverse harem um subgênero muito sexy e empoderado, uma vez que quebra o esteriótipo de várias mulheres "lutando" por um único homem e traz vários homens "lutando" pela mesma mulher, eu ainda não tinha lido nada assim.

O livro é o terceiro volume da série Vakarrans Captives, mas pode ser lindo como livro único.
Narrado em primeira pessoa, com alteração de ponto de vista entre os personagens, traz como principal a história de Maya, que espera o melhor do seu futuro com um pretendente pré-definido de acordo com as características de ambos, em um novo e seguro planeta, graças a uma agência de casamentos interplanetária. Porém, a fragilidade inicial da personagem é estilhaçada quando se vê nas mãos de quatro Vakarrans, raça temida por tomar o que quer sem pedir permissão e por arruinar o planeta Terra, mas com sérios problemas de procriação.
A humana é tida por Talor, Dex, Byron e Ejan como procriadora, mas também como parceira desejada por todos eles, antes de decidirem tomá-la como sua. E a partir daí uma relação heterossexual, poliamorosa e BDSM se desenrola entre os cinco e a maioria do livro é a narração de cenas sexuais entre o grupo, Maya descobrindo muito sobre as diferentes praticas do sexo com seus parceiros, cada um com suas características e preferências únicas e eles, de início a inseminando e obtendo seu prazer sexual (óbvio) e ao decorrer do livro, ficando completamente loucos por ela.

“Meu corpo estava tão confuso. Prazer? Dor? Desejo? Eu não fazia ideia. No dia da minha partida, pensei ter encontrado meu companheiro em Príncipe Radock, mas não foi esse o caso. Em vez disso, meus companheiros predestinados me encontraram. Não um, mas quatro deles. Cada um perfeito para mim à sua maneira." 

Pois é, Abducted tem alguns pontos muito bacanas, como aliens que realmente parecem aliens e não só humanos com olhos amarelos super sexys.
Os Vakarrans tem a pele roxa, que muda de tom de acordo com seu humor, chifres e olhos cor de cobre. Nem são TÃO diferenciados assim, em comparação com os aliens de outras series como "Ice Planet Barbarians", da autora Ruby Dixon, mas já fogem da caixinha "diferentes porém não tanto" de algumas autoras de romance sci-fi.

Maya aproveita o prazer que é oferecido a ela, livrando-se das amarras de inocência que a agência de casamentos a obrigava a ter e se refestelando entre seus parceiros, tirando deles o que ela queria, enquanto eles aproveitavam o que queriam dela. Fantástico, porém, o elemento BDSM me causou certo desconforto. Primeiro porque a Maya era virgem e caiu justo com um bando de aliens dominadores. Não deu pra perceber se ela realmente curtia, anteriormente, a ideia da passividade e submissão ou se foi algo imposto a ela. E segundo, a autora deu características rebeldes e feministas a personagem, porém, ficou conflituoso ver isso interagindo com homens dominantes.
Falando da paixão avassaladora desse grupo, as cenas entre eles são quentes a ponto de pausar o áudio e ir tomar um puro! Apesar de dominantes, os Vakarrans não cometem nenhum tipo de violência sexual e são devotados e apaixonantes, cada um de sua forma. Temos o obscuro, o gentil, o indiferente e o divertido, o que da pano para N aventuras sexuais.

“Eu não pensei em confiar neles nem uma vez, quando eu deveria ao menos ter os dado uma chance. Eles não me mostraram crueldade, me ouviram quando precisei e me deram seu amor sem pensar duas vezes. Os quatro me deram algo diferente, e naquele momento, eu estava agradecida por não precisar escolher entre eles, porque eu queria a todos."

A narrativa da Dahlia Lynde foi brilhante do começo ao fim. Ela tem uma voz linda e aveludada e trabalhou dois tons de voz diferentes de acordo com o ponto de vista de cada capítulo, uma para Maya e outra para os aliens. As cenas de sexo são incrível e sua interpretação é espetacular. Foi bapho ouvir o trabalho que a Dahlia teve para narrar 5 personagens muito presentes na estória em momentos de seriedade e também nos mais sensuais. Está de parabéns!

Um segundo ponto que não foi de todo ruim, mas que poderia ter sido bem melhor foi o conflito do livro, que começou muito interessante e cheio de possibilidades de desfecho, mas terminou de maneira rápida e fácil, como se o vilão (sim, também temos) não tivesse bolado seus plano direito e já pulando em tempo recorde para o "felizes para sempre".

Então, ao meu ver, Abducted é um romance sci-fi que não teve muita estrutura. Deixou de lado as inúmeras possibilidades que o espaço oferece e ficou no basicão. Mas para o leitor que busca uma leitura | áudio sexy e despretensiosa, vale MUITO a pena conferir Abducted e a série "Vakarran Captives" como um todo.

Q: Comente aqui embaixo se você já ouviu algum áudio livro e se sim, qual o seu favorito!

#FICA EM CASA e até a próxima!

20 de maio de 2020

Resenha: Beijo de Sangue (Legado da Adaga Negra #1), J.R. Ward

Ficha Técnica
Título: Beijo de Sangue (Legado da Adaga Negra #1)
Autor: J.R. Ward
Gênero: Romance paranormal | vampiros | erótico
Editora: Universo dos Livros
Ano: 2016
Sinopse:  Paradise, filha do Primeiro Conselheiro do Rei, está pronta para se libertar da vida restritiva imposta às fêmeas da aristocracia. Sua estratégia? Entrar no programa do Centro de Treinamento da Irmandade da Adaga Negra para aprender a lutar por si mesma, a pensar por si mesma… ser ela mesma. É um bom plano, até tudo dar errado. As aulas são inimaginavelmente difíceis, seus colegas de sala são mais inimigos que aliados e está bem claro que o Irmão encarregado, Butch O’Neal, também conhecido como Dhestroyer, está atravessando sérios problemas em sua vida particular.

E tudo isso antes mesmo de ela se apaixonar por um colega de turma. Craeg, um cidadão comum, que não se parece em nada com o que o seu pai desejaria para ela, mas que é tudo o que ela poderia pedir em um macho. Quando um ato de violência ameaça pôr fim ao programa, e a atração erótica entre eles fica cada vez mais irresistível, Paradise é testada de maneiras que ela sequer poderia ter imaginado, o que a faz ponderar se é forte o bastante para reivindicar seu próprio poder… dentro do campo de batalha e fora dele.


Não sei dizer exatamente o porquê, mas a estória de Paradise e Craeg não funcionou muito bem para mim. Primeiros livros de séries são sempre complicados.
Creio que me apaixonei pela Irmandade da Adaga Negra porque o primeiro livro da série, do Wrath e da Beth é fenomenal, mas não senti aquela potência em Beijo de Sangue.

A Paradise foi uma personagem que me lembrou um pouco o escopo das Escolhidas da raça. Uma fêmea com direito e deveres impostos a ela por seu status social e sua linhagem de sangue, porém, com a faísca do "quero mais do que isso" acesa em seu coração. O processo seletivo para novos lutadores para a Irmandade significava ofício, autonomia, individualidade e uma quebra sem volta com as regras da Glymera.

Já Craeg começou com uma incógnita e se revelou vítima de um grande drama e em busca de vingança. Mas pouco de sua busca pessoal foi desenvolvido no livro, que se voltou mais para a distração que um se tornou para o outro durante o treinamento da Irmandade, distração essa que ambos não podiam sucumbir por motivos pessoais. O conflito que a paixão flamejante  e os segredos entre os dois levantou foi plausível, mas não pareceu ser suficiente para colocar a paixão deles em risco ou inserir algum tipo de ação entre o casal.

"- Beije-me, então - ela disse.
Nos recessos de sua mente, Craeg ouviu o som de dois caminhões se chocando de frente.
Cacete. Não havia volta.
Praguejando, fechou os olhos. Cambaleou. Percebeu que aquilo estava mesmo para acontecer." - pg 237

E por paixão eu digo conexão amorosa entre o casal, porque COMO SEMPRE a Warden incendiou os nossos exemplares com um fogo baixo que estava me deixando aflita! Craeg se saiu muito bem obrigado em questões de sensualidade bruta e Paradise matou bastante a curiosidade sobre tópicos condenados pelos Aristocratas ;D
Apesar dos ferormônios correrem soltos entre eles, a sensação que ficou após o término da leitura é que Beijo de Sangue deu espaço demais para os conflitos dos casais da Irmandade e acabou deixando o "legado" com pouco espaço e dedicação.

Falando em estórias secundárias, Beijo de Sangue trouxe grandes tremores para o casamento de Butch e Marissa, desenterrando feridas e traumas do passado de ambos.
É AB-SUR-DO como a Warden consegue enriquecer ainda mais a estória dos personagens da IAN. De verdade, sempre que eu penso que não existe mais nada para florescer entre os preciosos casais aparece uma ferida, intriga, perigo que coloca fogo em tudo mais uma vez e rende muitas mini paradas cardíacas em mim.
Um mistério brutal mas também pra lá de sexy envolve Butch e Marissa numa perigosa aventura e revela um lado bem sensual do casal, que eu já achava babado pela paixão|devoção de Butch por sua esposa e pelas auto-descobertas de Marissa, após seus afastamento da Glymera.  Eu quero muito mais desse casal envolvido em perigos e jogos sensuais!

" Existiam muitas, inúmeras outras jornadas a tomar para níveis mais profundos de aceitação e compreensão.
Era lá que se encontrava a felicidade. E o "para sempre" era o esforço que você estava sempre disposto a empenhar para permanecer próximo, para aprender, e para crescer em uma união." - pg 315

Pequenos tesouros também foram espalhados por essa leitura, como personagens novos e apaixonantes (Axewell e Novo!), novos ambientes de circulação dos personagens e, é claro, loucuras fresquinhas do nosso anjo caído favorito, Lassiter! Eu amo como a Warden "desbloqueia" novidades em suas séries como num jogo. O mesmo universo torna-se cada vez mais sedutor e cativante para o leitor.

Em suma, apesar de Beijo de Sangue não ter dado base suficiente para saber do que se tratará a série "Legado da Adaga Negra", valeu a pena a leitura pela interação romântica entre o casal Craeg e Paradise, mas principalmente pelo que foi retomado da série principal, Butch e Marissa e pelo que está por vir, como a história de Axewell e Novo.
Os leitores da IAN DEVEM ler Beijo de Sangue, uma vez que desenvolverá acontecimentos secundários da vida dos personagens da Irmandade e também, porque no fim do dia, tudo o que a Warden escreve é ouro e não dá pra se afastar desse Midas do romance sobrenatural!

Q:Comenta aí embaixo qual o seu irmão favorito da Irmandade da Adaga Negra! O meu será forever o Qhuinn! 

Beijos, até a próxima e #FICAEMCASA


18 de maio de 2020

[BLOG TOUR] Promise Me Forever, by Kate Stewart, A Zavarelli, BB Reid, Kennedy Ryan



Promise Me Forever, an must read collection of bestselling novels by four bestselling authors from Top Shelf Romance, is available now!

  
For the love of books...
Top Shelf Romance is devoted to bringing readers a new standard of Romance. Unforgettable books in a collection you'll cherish.

Promise Me Forever is a collection of four best-selling novels, including: ⁣

Drive by Kate Stewart
Ghost by A Zavarelli
The Stolen Duet by BB Reid
Flow & Grip by Kennedy Ryan
Top Shelf Romance represents the best of the best in romance. There are no cliffhangers. These are simply must-read novels for readers looking for the best in happily ever afters.
  
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🖋 Meet the Authors:



💜 Meet Kate Stewart:

USA Today bestselling author and Texas native, Kate Stewart, lives in North Carolina with her husband, Nick, and her naughty beagle, Sadie. She pens messy, sexy, angst-filled contemporary romance, as well as romantic comedy and erotic suspense. Kate's title Drive was named one of the best romances of 2017 by The New York Daily News and Huffington Post. Drive was also a finalist in the Goodread's Choice awards for best contemporary romance for 2017. Her works have also been featured in USA TODAY and BuzzFeed, and translated into five languages.

Kate is a lover of all things '80s and '90s, especially John Hughes films and rap. She dabbles a little in photography, can knit a simple stitch scarf for necessity, and on occasion, does very well at whiskey. ​

🖱 Connect with Kate Stewart:

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Amazon: https://amzn.to/2XbFjX4
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Bookbub: https://bit.ly/3c2Neuf
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💜 Meet A. Zavarelli: 

A. Zavarelli is a USA Today and Amazon bestselling author of dark and contemporary romance.

When she’s not putting her characters through hell, she can usually be found watching bizarre and twisted documentaries in the name of research.

She currently lives in the Northwest with her lumberjack and an entire brood of fur babies.

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Bookbub: https://bit.ly/3aHWm6Z
Instagram: https://bit.ly/39DLh5z
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💜 Meet B.B. Reid:

B.B. Reid is a bestselling author of new adult romance. She grew up the only daughter and middle child in a small town in North Carolina. After graduating with a Bachelors in Finance, she started her career at an investment research firm while continuing to serve in the National Guard. She currently resides in Charlotte with her moody cat and enjoys collecting Chuck Taylors and binge-eating chocolate.

Please visit her website for more information: www.bbreid.com

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💜 Meet Kennedy Ryan: 

Wall Street Journal and USA Today bestseller and RITA® Award Winning author, Kennedy Ryan, writes about women from all walks of life, empowering them and placing them firmly at the center of each story and in charge of their own destinies. Her heroes respect, cherish and lose their minds for the women who capture their hearts.

She is a wife to her lifetime lover and mother to an extraordinary son. She has always worked with charity and non-profit organizations, but enjoys raising Autism awareness most. A contributor for Modern Mom Magazine and Frolic, Kennedy’s writings have appeared in Chicken Soup for the Soul, USA Today and many others. The founder and executive director of a foundation serving Atlanta Autism families, she has appeared on Headline News, Montel Williams, NPR and other media outlets as an advocate for families living with autism. 
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13 de maio de 2020

Resenha: Não Inclui Manual de Instruções, T.S. Rodriguez

Ficha Técnica
Título: Não Inclui Manual de Instruções
Autor: T.S. Rodriguez
Gênero: Boys love| LGBTQ+| Autismo
Editora: Editora Rico
Comprar: Rico | Amazon (e-book)
Sinopse: Gemma não quer que seu filho Conor, um premiado escritor no espectro do autismo, termine sozinho e decide assumir a tarefa de encontrar o namorado perfeito para ele.

Não será nada fácil para Aidan, o escolhido; Conor é sincero demais, obcecado por seus livros e nunca ri das piadas dele!

Prepare-se para sentir o coração aquecido e se divertir com as armações de Gemma, a sinceridade de Conor e a espontaneidade de Aidan. Esse livro é tão fofo e apaixonante, que nunca mais fará você duvidar do amor.


Já começo expondo defeitos.
Ao meu ver, o único defeito desse livro é ser tão fininho!
Não Inclui Manual de Instruções é uma deliciosa e romântica aventura através da realidade de duas minorias, a comunidade LGBTQA e os indivíduos que possuem algum grau de autismo.
Cultura LGBTQA já está presente na minha vida há muitos anos. Não só literatura, mas cinema, música, teatro, entre outros. Porém, o único conteúdo que consumi referente a Síndrome do Espectro Autista foi através da personagem Benedita (Benê), na série | novela Malhação - Viva a Diferença, da Rede Globo (essa é uma das melhores temporadas de todos os tempos).

Assim como a Benê, o personagem principal do livro, Conor, nasceu com a Síndrome de Asperger (SA), um dos graus mais leves de autismo, que não afeta o seu possuidor psicológica ou neurologicamente, mas traz dificuldades em relação a comunicação verbal e interação social.
Famoso autor de suspense na Irlanda, Conor é muito amado por sua família, principalmente por sua mãe, Gemma. O medo de que seu filho passe o resto da vida sozinho, devido as dificuldades da SA faz Gemma por em execução um plano para encontrar a cara metade do seu filho, baseando-se nas características dos personagens que Conor cria para seus livros. Sem que o filho saiba, Gemma coloca sutil e arquitetadamente Aidan, um músico ruivo e carismático na vida do filho e envolve todos os que o amam para fazer esse relacionamento acontecer.

"Havia sido difícil fazer com que Conor se soltasse e Aidan não queria que ele ficasse fechado outra vez. Estava começando a perceber que Conor era do tipo de pessoa que não costumava permitir que alguém entrasse em sua redoma. Aidan teve um leve vislumbre de quem ele era e queria ver mais, muito mais. " - pg 41

Olha, preciso confessar que a manipulação inicial de Gemma na vida de Conor, mesmo sendo voltada para o bem, me causou um pouco de desconforto no início do livro. Porém, ao desenvolver do enredo, percebi que foi uma ação necessária para deslocar o filho de sua zona de conforto. Conor é um personagem regrado, perfeccionista e distante. Todas essas características derivadas da SA tornam difícil imaginar o personagem abrindo-se para conhecer pessoas e situações novas e foi necessário esse recurso, essa "artimanha do bem" para dar movimento a estória.

Aidan é o agente dessa mudança de ares. O ruivo, fã dos livros de suspense de Conor sente-se atraído a primeira vista. Transpondo a distância e a dificuldade entre eles, termina trazendo Conor para fora da proteção de sua rotina e instigando-o (de maneira respeitosa e cuidadosa) a explorar o mundo fora do que os livros narram sobre ele.

Eu simplesmente amei o cuidado com que Aidan se aproximou de Conor e tornou-se parte de sua vida. Como, para ele, não existiu qualquer barreira de preconceito inicial, mas sim, admiração e atração que o fizeram investir em seu relacionamento com Conor. Pesquisando sobre a Síndrome de Asperger, preparando o outro para mudanças, mostrando para ele que estava seguro e que novidades não faziam mal e enchendo-o de amor.
O carisma de Aidan já havia me conquistado e meu coração parou de bater nos momentos críticos do livro. Pensei "será que me enganei a respeito delew", porém, a T.S. Rodriguez criou um personagem muito coerente para por si e também para servir de suporte para Conor, um personagem mais imprevisível, principalmente para quem não conhece ou convive com um Aspie.

"- Você me beijou - o escritor disse quando suas bocas se separaram.
- É. Eu beijei.
- Você disse que nós seríamos amigos. Os amigos não se beijam, Aidan.
Aidan sorriu satisfeito. - Acho que não. Mas nós somos bons pra caramba nesse negócio de nos beijar. Seria um pecado desperdiçar esse talento." - pg 68

Que riqueza foi o Conor! É até difícil descrever o quão sensacional foi acompanhar sua guarda baixar e todas as coisas incríveis que isso o fez vivenciar. Não só o romance envolvente com Aidan, mas as surpresas, os prazeres e as dores de viver nesse mundo imprevisível e sem controle.
Apesar de muito inteligente, Conor enfrenta grandes barreiras de entendimento do que é e como funciona um relacionamento, seja qual for ele, amistoso, parental, romântico, mas seu esforço, assim como o de Aidan para entender como o mundo funciona pelos olhos do outro pagaram cada ataque cardíaco que mal entendidos e conflitos me causaram. Essa falta de experiência e o próprio enfrentamento do novo tornam Conor um personagem delicado e  imprevisível. Suas reações a cada situação são inesperadas e nesse momento Aidan apareceu para dar solidez e suporte ao namorado. e apreciar os fofos e doces avanços de Conor no quesito romance.

Conor e Aidan se completam além de qualquer dificuldade e apesar do livro não ser erótico ou explícito, o curto slow burn e a sinceridade de Conor em seu interesse por Aidan funcionam muito bem para deixar o romance entre eles sexy e quentinho, do jeito que a romanceira gosta!

Eu agradeço a autora T.S. Rodriguez por ter criado essa estória tão linda, delicada e informativa. O jeito como eu entendi a Síndrome de Asperger através de Não Possui Manual de Instruções foi compreensivo e tocante, vai além de uma definição e se aplica numa estória onde opostos se atraem, quebram a cara, aprendem e completam-se, sem causar mal um ao outro. A autora me fascinou dando um final feliz, real e coerente a um casal que enfrentou tantas dificuldades.
E um parabéns do fundo do meu maravilhado coração por essa arte de capa tão preciosa e encantadora! O melhor de tudo: fomos presenteados com uma estória LGBTQA com final feliz!

Como o mundo precisa entender que a felicidade entre casais homoafetivos (apesar do monstruoso preconceito que ainda existe na sociedade) existe, é real, tão real a ponto de alcançar as páginas de livros em gênero ficcional. E a autora fez esse trabalho precioso lindamente!

Até a próxima, romanceiras (os)! #FICAEMCASA



8 de abril de 2020

[RESENHA] Mangá| Calling, Miu Ootsuki


Ficha Técnica
Título: Calling
Autor: Miu Otsuki
Gênero: Boys love| LGBTQ+| Erótico
Editora: New Pop
Ano: 2009
Sinopse: Um maçante assalariado chamado Kazuaki Hinamura voltava para casa depois do trabalho e passou por um parque onde trocou olhares com Kira Aratani, um ator de filmes pornô que estava gravando algumas cenas no local. Kazuaki fica sem jeito e foge, mas, no dia seguinte, Kira o esperava na frente do parque e lhe diz que se apaixonou à primeira vista por ele.



A premissa de "Calling" é, com certeza, bem empolgante.
Um uke (indivíduo passivo de uma relação entre pessoas no mesmo sexo) e um seme (indivíduo ativo de uma relação entre pessoas no mesmo sexo) bem definidos por suas características físicas, comportamento e até mesmo por suas profissões (um assalariado de escritório e um ator pornô) com rotinas completamente opostas em questão de normalidade.

O Kira é um personagem muito divertido, fofo e sexy e que mesmo tendo o cenário da indústria do sexo vinculada a si, consegue agir com bastante leveza e até com certa timidez com o Kazuaki.
Este, entre muitas das gravações de seus filmes de conteúdo adulto, se apaixona instantaneamente por Kazuaki, após um acidente que promove o primeiro encontro entre os dois. A partir daí, Kira começa a stakear seu alvo e vai aos poucos inserindo-se em sua rotina, com demonstrações graciosas de cuidado e carinho, até que Kazuaki aceita um de muitos seus convites para sair e daí floresce uma amizade muito significativa para ambos, já que, um representa para o outro a normalidade e a loucura que precisam para balancear e curtir suas vidas.

Kazuaki é um personagem super recluso e com aqueles toques de delicadeza dedicados aos ukes, mesmo os já adultos. Este, após deixar Kira se aproximar e com isso, alguns aspectos da industria do sexo, começa a se abrir ao mundo, a suas diversões e possibilidades além das paredes do escritório e até mesmo ao flerte com uma amizade que tem tudo para ser "muito mais".
Os dois são extremamente fofos juntos e o slow burn entre eles deixa o leitor completamente preso a leitura.


Entretanto, o resultado do fogo baixo com o qual esse casal queima é o que eu não curti.
Em determinada situação quentíssima da estória acontece um episódio de assédio sexual de Kira contra Kazuaki e a partir daí, este fica naquela neura de perder uma amizade valiosa e cai no buraco negro do "vou transar com ele, estou pronto para isso". Mas essa escolha se dá por total influência de Kira, que força uma situação de afastamento do outro e, no início de uma paixão recém descoberta, Kazuaki teme por perdê-lo se não der o que o outro deseja.

Essa motivação me decepcionou bastante e apesar de o mangá ser +18 com cenas de sexo bem gráficas (o que eu adoro) acabei não curtindo por essa manipulação sentimental fictícia nas páginas, mas que também é tão real e contemporânea em milhares de relacionamentos abusivos pelo mundo. E, é lógico, pelo evidente assédio, que é perdoado de maneira bastante romantizada e assinala mais uma grave questão que deveria ser tratada corretamente na estória.

No quesito artístico (não entendo nada disso) eu gosto bastante do traço da Miu Ootsuki. É longilíneo, porém arredondado, daquele jeito que deixa os personagens com rostinhos fofos, parecendo chibis (tipo de traço pequeno que deixa o personagem mais fofo) e as cenas explícitas não perdem esse traço gracinha, contrastando a inocência de Kazuaki e a sensualidade e potência de Kira.

Então é isso, pessoal! Esta é uma estória que poderia ter sido nota 10 para mim, mas que, devido as impressões anteriores, que condenam as partes boas, eu mal consigo avaliar.

Continuarei a ler alguns outros mangás "boys love" da Miu Otsuki para entender melhor se essa é uma característica da escrita dela ou não e conto em breve para vocês!

Um beijo e até a próxima! #FICAEMCASA


1 de abril de 2020

[RESENHA] Antologia em quadrinhos: Histórias Quentinhas Sobre Sair do Armário


Ficha Técnica
Título: Histórias Quentinhas Sobre Sair do Armário
Autoras: Annima de Mattos, Aline Lemos, 
Ellie Irineu e Renata Nolasco
Gênero: História em quadrinhos, 
romance, LGBTQ+
Ano: 2019
Sinopse: Ser LGBT não é fácil. Mas isso não quer dizer que não merecemos finais felizes.

Histórias Quentinhas Sobre Sair do Armário é uma coletânea de quadrinhos sobre experiências queer, todas com finais felizes e quentinhos pra encher o coração do leitor de esperança.



Quem me conhece ou acompanha as resenhas aqui do Rommy Lit sabe que eu para mim, não existe distinção. Amor é amor, romance é romance seja quem entre for. Amo tanto romances com relações heterossexuais, quanto homossexuais entre humanos, dragões, aliens e todos os tipos de raças (rsrsrs). Então, assim que bati o olho nessa antologia lá na Feira Miolos de 2019, soube que precisaria ler! E acabou sendo aquela compra certeira, porque eu me emocionei e diverti muito com cada uma das estórias.

Histórias quentinhas sobre sair do armário reúne 4 estórias em quadrinhos, cada uma de uma autora diferente e todas abordando, de alguma maneira, a situação, o sentimento e as mudanças provocadas por assumir uma diferente orientação sexual e identidade de gênero não só para os personagens em si, mas para o mundo a sua volta, principalmente para a relação de cada um com o seu círculo de convivência. 
Distantes dos comumente vistos retratos midiáticos sobre a comunidade LGBTQ+, que terminam sempre de forma trágica, essa antologia traz o que é também uma verdade, a diversidade e os finais felizes andando de mãos dadas!

💜 O quadrinho "Lua Crescente", foi escrito pela artista Annima de Mattos (@artbitch.jpg) e segue a transformação visual de uma personagem de feminina para masculina. O transformar do personagem é muito bonito e emocionante, conforme ele vai literalmente "vestindo" quem realmente é por dentro. É como uma metamorfose, mas que, infelizmente, tem também seus momentos de medo e insegurança perante a sociedade, que torce o nariz e agride tão veementemente indivíduos e ideais da comunidade LGBTQ+.
Eu simplesmente adorei acompanhar essa transformação libertadora, ainda mais nos traços simples e lindos da Annima de Mattos.




💛 "E Daí?" é o quadrinho de Aline Lemos (@desalineada_) para a antologia e conta sobre os ataques indiretos que a personagem principal da estória sofre convivendo com uma família e um círculo de amigos (alguns deles) intolerantes, quando nenhum sabe de sua orientação sexual.
Confesso que essa estória me deixou um pouco mais mexida, porque é comum termos algum familiar intolerante e ignorante, que vive largando a opinião que ninguém pediu aos quatro ventos. Então, eu já passei por esses tipos de situação e sendo heterossexual ou não, qualquer pessoa que tenha o mínimo de caráter e empatia se sente incomodado com isso.
Entretanto, a história conta também com um círculo empoderador e acolhedor de mulheres que fazem florescer no peito da personagem o sentimento de orgulho de quem é e resistência contra esse comportamento deplorável. Então, ao mesmo tempo que aflora péssimas memórias sobre preconceito, lembra a todos nós que a resistência existe, firme e forte, educativa e combativa!
O traço da Aline Lemos (estou falando de traço mas não entendo basicamente nada disso) é todo fofo e redondinho, foi uma HQ também muito agradável aos olhos!

💙 "Melhores Amigas" é emocionante e gracioso demais para o meu coração!
HQ da Ellie Irineu (@ellie.irineu) conta sobre o relacionamento de um casal de amigos durante toda a sua infância, adolescência e juventude. Como descobrem sobre a orientação sexual de cada um, como se defendem da ignorância exterior ao decorrer do tempo e como algumas questões dessa amizade podem estar escondidas, mas o amor por quem realmente são e representam um para o outro é inabalável.
Esse resumo é curtinho, porque é difícil falar dessa estória e desviar dos spoilers. Mas eu garanto que é de esquentar o coração! É muito emocionante ver a força e a verdade com que o sentimento de apoio e companheirismo vai deixando para trás as barreiras que poderiam abalar essa amizade.
A Ellie Irineu desenha belamente, com traços grossos e arredondados (não sei porque mas tenho essa predileção a traços arredondados) e todos os personagens são muito fofos e tem muita personalidade. Obrigada por encher esse auto-isolamento de amor, Ellie!

❤️ E o último HQ é "Meia da Sorte", da Renata Nolasco (@atxnolasco) e é simplesmente bárbaro!
Beto e Túlio são amigos e colegas de apartamento e após irem a um bar gay, Túlio descobre que Beto (alguém por quem tem um crushzinho de leves) também se relaciona com pessoas do mesmo sexo. A partir daí uma nova fase dessa amizade é desbloqueada (linguagem de games porque eles também jogam juntos, mesmo Túlio sendo muito ruim), cheia de possibilidades, constrangimentos e mal entendidos. Mas graças a sorte dada pelo par de meias da sorte de Túlio, o destino dos dois amigos pode terminar muito que bem.

AHHHHHHHH (grito horrível de foca). Não consigo explicar o quão apaixonada eu estou por esse casal! Túlio e Beto são muito divertidos, competem entre si no projeto de biologia e são cheios da timidez! É aquele casal atrapalhado que a gente quer MUITO que fique junto, mas ficamos com um certo medinho por não saber a orientação sexual do outro e tal.
As referências pop e manias muito gente como a gente dos personagens me fizeram ler em um piscar de olhos e voltar para ler novamente, de tão triste que fiquei por ter acabado.
O traço da Renata é muito fofo, característico e despreocupado.  Combina perfeitamente com o desenrolar dessa estória!
Parceria, conflitos mentais e grandes doses de fofura permeiam essa estória e essa antologia no geral!
🌈
Parabéns as autoras pelo trabalho necessário e sensacional! A arte é o melhor meio de ensino, acredito que através da vivência que compartilhamos com os personagens, nossa empatia cresce e a facilidade de compreender e respeitar o outro e o mundo tornam-se muito mais palpáveis.
E muito obrigado a Annima de Mattos, Aline Lemos, Ellie Irineu e Renata Nolasco por nos presentear com essa antologia e por continuar criando e investindo na arte!

Leitorxs queridxs, as contas no Instagram de cada autora está linkada alí nos @s. Sigam, comentem, compartilhem essa arte tão preciosa e adquiram Histórias Quentinhas Sobre Sair do Armário. A publicação é independente e merece 100% o seu rico e suado dinheirinho!




  E se você nem leu o primeiro livro e já amou, saiba que um segundo volume da antologia, chamado Histórias Quentinhas Sobre Existir está em produção graças ao financiamento coletivo lá no Cartase! 
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Prazo para contribuição até o dia 11 de abril (link AQUI madames).

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Um beijão e até a próxima! #FICAEMCASA

 
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