Resenha de Swag, Cambria Hebert
Resenha de Séries: Eyewitness
Resenha de Seduzida Por Um Guerreiro Escocês, Maya Banks




26 de maio de 2017

Resenha: #Swag, Cambria Hebert

#Swag (Gearshark #3)
Autora: Cambria Hebert
Gênero:New Adult/Esportes
Páginas:382
Sinopse: Esses pilotos tem #Swag...
Correr está no DNA dela.
Logo ao lado do dinheiro e do poder.
Quando você é a filha de um dos homens mais poderosos do país,
Você precisa se esforçar mais para conquistar o sucesso.
Joey Gamble é uma garota em uma pista dominada por homens.
Com um papai que pode comprar tudo o que ela desejar.
Mas ela não deseja nada... exceto CONQUISTAR sua reputação.

Correr é a paixão dele.
Problemas o seguem em todos os lugares. Alguns dizem até que ele os convida.
Quando você está colado nos faróis traseiros do melhor piloto da nova NRR,
Você precisa batalhar por todo e qualquer sucesso.
Nunca foi fácil para Lorhaven.
É por isso que ele não segue as regras.
Ele é um homem com uma séria rixa contra o Pro Racing Circuit.
Nós da GearShark queremos saber o motivo.
Nós também ouvimos rumores...
De uma pro que quer virar indie.
Nós convidamos a realeza das corridas e o piloto do lado errado das pistas para sentarem-se conosco e conversar sobre a possível mudança de categoria.
Nós esperávamos que faíscas voassem quando os caminhos de Joey e Lorhaven se cruzassem.
Irão essas faíscas explodir em um completo inferno?



Esse aqui, gente, é um romance maravilhoso.
Eu acho que estou me tornando um pouco pessimista em relação a romance dos últimos tempos. Porque mesmo quando eu já li outros títulos da autora e ela traz sempre enredos bem ricos, eu acabo achando que vai ser mais do mesmo. Mas... #Swag me surpreendeu. O que eu esperava? Eu esperava um romance com conteúdo suficiente para não deixar o sexo e a adrenalina que eu imagina ter aos montes, exagerado ou fora de contexto. E o que eu li foi exatamente o contrário. A Cambria Hebert aproveitou os momentos juntos desse casal bombástico para introduzir uma química sensacional, mas também, para frisar a batalha pessoal de cada um. O preconceito de gênero e de sexualidade. Na minha opinião esse é o ponto principal do livro. É o que dá força e substância aos personagens, o que alimenta os pontos sensíveis e a força de cada um. A força que os impulsiona um para o outro e que também faça com que o receio de dividir um fardo de anos com outra pessoa, os afaste.

A Joey (apelidos derivados do primeiro nome são exclusividade do mozão, então pra nós é Joey mesmo) é uma personagem incrível. Uma mulher forte, decidida, que não nega suas origens de fortuna, mas que usa apenas do seu talento e do seu amor pela velocidade para obter respeito. Ao decorrer do livro, quando a temática amorosa se torna mais forte, a autora não falhou em mudar a personalidade dela totalmente. Ela só revela um lado mais vulnerável que a Josie se recusava a dar ouvidos, em busca de se proteger dos seus agressores.
Ela é vem de um lar amoroso, da companhia de amigos que a amam e apoiam e ao mesmo tempo, de um ambiente de opressão, humilhação e violência tão denso, que é impossível não se apaixonar e emocionar em como a personagem não se deixa endurecer, em como ela está disposta a dividir o peso do fardo de todos que ama e como evolui de alguém que oculta a violência que sofre para desviam da pena dos outros, para uma mulher que denuncia seus agressores e se põe firme e forte do lado de todos que sofrem qualquer tipo de preconceito. URRRGH eu AMEI essa mulher.

“Doce e sensível nunca seria o meu tipo. Eu era velha demais para isso. Independente demais. Eu queria força. Eu queria capacidade. Eu ansiava um homem que seria confiante e resistente o suficiente para lidar comigo, mesmo no meu pior.”

O Lorhaven (para nós Lorhaven, porque ele só deu a intimidade de ser chamado pelo primeiro nome para a Joey) é aquele personagem que você lê flashes em livros anteriores da série e já pensa “nossa, que trouxa”. E conhece-lo foi tipo desembrulhar um presente que eu queria muito (risos). Como a Joey, ele também possui um passado bem pesado. Vindo de uma família também rica, mas completamente disfuncional, ele contava com seu pai para livra-lo das encrencas que causava na conquista pelo respeito nas ruas. Até que uma decisão infeliz deste, fez com que ele se afastasse permanentemente de sua família, confiando seu lado pessoal apenas a seu meio irmão mais novo, Arrow. Sua vida se resumia a cuidar do irmão e batalhar dia após dia por sua carreira (negando sempre uma visão mais ensolarada da vida). Até reencontrar Joey em uma matéria da revista GearShark e as suas ideias ficarem um pouco bagunçadas.

Uma das questões especiais do Lorhaven (evitando spoiler) e que é uma coisa super básica é: o cara não entra naquela espiral sem fim de “O meu passado é sombrio. Eu amo essa mulher, mas ela merece coisa melhor”. Ele É um bad boy. Ele veste a camisa do cara mau (moderado) e ele não desiste da garota. PUUF! Tão simples, né? Poupa páginas que podem ser preenchidas com as cenas quentíssimas e muito bem detalhadas da Cambria e para a ligação pessoal do casal ser construída. Foi muito empolgante, não diminuiu a minha fome durante a leitura e construiu um gênero de personagem masculino bem raro.

Para mim, conquistar uma mulher é um jeito glamouroso de mantê-la. Eu não queria manter ninguém. Eu queria ser escolhido. Dia após dia. Noite após noite. Isso é amor verdadeiro, ter a liberdade para escolher e para ela me escolher todos os dias.”

O final do livro foi revelando muitos outros presentes. Joey e Lorhaven continuaram as mesmas pessoas. Um casal sexy pra cacete, cheio de ternura e que proporciona momentos de suadouro contínuo e também de coração dolorido e até algumas lágrimas. (eu não tô chorando, é você que tá chorando). Eu brinquei com o lance dos apelidos e primeiros nomes, mas é um elemento muito tocante do livro e importantíssimo para separar quem realmente merecia os conhecer de verdade.

A Joey não relaxou com a segurança do amor entre eles. Não deixou que ele defendesse sua integridade a cada assédio que ela pudesse sofrer só porque estavam juntos. Ele não negou o seu passado, não conheceu o milagre e confiar e amar a todos instantaneamente ou esqueceu sua personalidade super protetora. Conclusão, esse não é um livro de escravos do amor. É sobre seres individuais que conhecem mais sobre si e não tem medo de compartilhar com quem amam suas vulnerabilidades. É um estímulo, uma dose de coragem e um ombro amigo para buscar enquanto cada um enfrenta os seus demônios. E é claro, o combustível que incendia com sensualidade esse livrão da porra. Tocante, quente, uma beleza de leitura.

Quem um romance que não vai se perder no registrão de clichês na sua cabeça? Esse livro é pra você. Ou que fale verdadeiramente sobre preconceitos e como eles ferem e como eles moldam as pessoas? E também sobre como o amor agrega ao indivíduo e não o anula? Clica no link AQUI, migo (a) e já se prepare para muita velocidade, muito conteúdo e muito amor. Eu achei classe A mesmo.

“Não era algo ruim sentir saudades de alguém. A não ser, é claro, que essa pessoa não fizesse, realmente, parte da sua vida. Então machucava. Doía.
Me fazia sentir como, se de algum jeito, eu estivesse perdendo um pedaço de mim.
Um pedaço grande... um pedaço que eu poderia nunca mais ter de volta.”


A série GearShark conta, atualmente, com 5 livros e todos são capas da revista fictícia GearShark. Os dois primeiros (que eu juro que vou fazer resenha) #Junkie e #Rev não podem ser lidos como livro único. #Swag eu imagino que possa sem lido separadamente sim. E os dois últimos, #Blur e #FinishLine, também é bom ler juntinho (eu indico que você leia a série toda porque é XOU!). Os dois primeiros e dois últimos trazem romance M/M (male/male, homem com homem, miga). Então se não for o seu tipo de leitura, melhor nem ler).

Eu estou em lágrimas, porque a faculdade ainda não me deixou finalizar #Blur (que tem como protagonista o Arrow, irmão do Lorhaven e o Jay, empresário da Joey). Mas assim que eu puder, vou rasgar mais ceda pra Cambria Hebert aqui, porque eu amo essa mulher.

Beijo, pessoal!
20 de março de 2017

Séries: Eyewitness



Eyewitness
Ano: 2016
Gênero: Thriller
Emissora: USA Network (Eyewitness é baseada na série norueguesa Øyevitne)
Temporadas: 1 (10 episódios)

Eyewitness é uma série meio complicada. Seu evento principal, o ponto de partida, implica em vários outros aspectos da série. Mas vale a pena montar esse quebra-cabeça.
A série gira em torno de um assassinato em uma cabana, presenciado por dois garotos, Philip e Lukas. Estes conseguem fugir do executor e livram-se da arma do crime, que usaram para se defender. Aí você pensa: espera! Se livraram DA ARMA DO CRIME?! WTF?
Mas a questão é que os dois não podem contar o que viram. Philip e Lukas mantém um relacionamento amoroso, que, caso descoberto, pode colocar muitas coisas em risco, como a carreira de Lukas no motocross e a aceitação do seu pai, muito importante após a morte de sua mãe.
Eles imaginam que o executor foi morto graças a algumas informações mal interpretadas, quando o crime passa a ter o conhecimento de Helen, mãe provisória de Philip - depois que a mãe biológica dele perdeu sua guarda - e xerife da cidade de Tivoli. Através de Helen, que segue seus instintos, e interfere sorrateiramente na investigação assumida pelo FBI, os dois jovens descobrem que o assassino está vivo e então, uma sequência de crimes misteriosos apontam uma realidade de perigo para os dois.

Eu AMEI essa série (já maratonei 2x em menos de um mês). Descobri Eyewitness graças a um gif no We Heart It, que comparava os casais Philkas (Philip e Lukas) com Evak (Evan e Isak), de outra série que eu AMEI IDOLATREI, chamada Skam (resenha em breve).
E como estamos em um blog sobre romances, eu (se fosse vocês) imaginaria que o ponto alto para a minha paixão fosse "o par romântico". Em parte vocês (eu) estão certos. O grande segredo da série é segredo só para os personagens. O primeiro episódio já mostra Philip e Lukas envolvidos romanticamente. Eles são muito fofos enquanto se descobrem e como eu adoro romances LGBT, foi muito bacana acompanhar a evolução do casal, um deles levando sua opção sexual com muito mais leveza do que o outro, que tenta manter uma mentira para não perder a aprovação do pai e da comunidade. E tudo isso não deixando a mentira/álibi que eles deram desmoronar. O drama da convencional (na maioria das séries que envolvem o tema) descoberta sexual foi substituído por um sentimento bem mais pesado, onde os dois se amam, mas acabam se machucando para manter uma farsa, quando ambos já sofrem com a pressão de serem testemunhas de um crime.  Foi sensacional ver um casal gay protagonizar uma série. Ponto. Normalmente a representatividade na TV vem embrulhada em personagens coadjuvantes. Agora, mais maravilhoso ainda, foi assistir uma trama onde o foco não é só esse. Deu a sensação de normalidade com que as relações homossexuais devem ser vistas sempre.

Outro ponto que me fez bater na mesa e gritar "ESSA. SÉRIE." foi que, ao invés de só o casal Philkas protagonizar a série lidando com auto conhecimento enquanto fogem de um assassino, mais um protagonista aparece e rouba a cena. 
UMA protagonista. 
Hellen Torrance, a mãe provisória de Philip. Hellen era uma investigadora sensacional em na cidade de Buffalo, entretanto, após um incidente no resgate de uma criança, ela cai em depressão e em um momento de desespero acaba parando em Tivoli,  onde conhece Gabe, seu atual marido. Gente, a Helen e mais outras mulheres da série como Kamila e Sita são maravilhosas. Pensem em personagens muito bem desenvolvidas, independentes, ótimas profissionais e que botam pra ferrar. Elas, juntamente com o criminoso, fazem a série andar de um jeito muito legal, menos "aqui está a pista" e mais "encaixe essa peça e solucione o mistério". Eu adorei mais essa representatividade. Não como uma mulher forte cercada de homens, mas várias mulheres espalhadas pelo enredo, todas influenciando vitalmente no desenrolar da trama.
A organização dos acontecimentos foi a única coisa que, para mim, deixou a desejar. Inicialmente, o crime principal tem influência e participação de tantas outras pessoas, que fica difícil entender o motivo de cada um estar envolvido nele. Como eu disse, assisti a primeira temporada duas vezes e ainda assim, continuei com algumas dúvidas. Já o decorrer da série é bem empolgante. Muitos personagens significa muitos acontecimentos chocantes, que não me deixaram com tédio em momento nenhum. Tem ação, terror psicológico, romance e drama. Tudo isso com uma fotografia linda de se ver, com aquele tom aconchegante de cidade nublada e uma trilha sonora IMPECÁVEL.

Bem gente, espero ter convencido vocês a assistirem Eyewitness! 
A notícia triste é que a USA Network desistiu da série e agora o produtor está procurando um novo canal para continuar essa bênção de série. Muitas páginas no Tumblr fazem constantemente tweet parties para divulgação da série, em busca de chamar a atenção das emissoras através do amor dos fãs, para Eyewitness ganhar uma casa nova.
Fica aqui alguns links de interesse, caso você assista e também AME essa série.

Eyewitness Nation  Twitter  Twitter Adi Studios 

Beijos e até a próxima!


5 de outubro de 2016

Resenha: Seduzida por Um Guerreiro Escocês, Maya Banks

Seduzida por Um Guerreiro Escocês (Montgomery e Armstrong #1)
Autora: Maya Banks
Gênero: Romance histórico
Editora: Universo dos Livros
Páginas: 338
Sinopse: Eveline Armstrong é imensamente amada e protegida por seu clã, mas as pessoas a consideram diferente, pois apesar de ser linda e encantadora, a moça sofreu um acidente que lhe causou sequelas não só psicológicas, mas também físicas, visto que ela ficou surda. Satisfeita com sua vida reclusa, ela aprendeu a ler lábios e permitiu que o mundo a enxergasse como uma tola. Contudo, quando um casamento arranjado a torna esposa de Graeme Montgomery, integrante de um clã rival, Eveline aceita seu destino - despreparada para os deleites que viriam. Enredado pelos mistérios de Eveline, cujos lábios silenciosos são cheios de tentação, Graeme vê seu casamento ameaçado devido às rivalidades entre clãs e agora deverá enfrentar inúmeras adversidades para salvar a mulher que lhe despertou tanto amor.


Seduzida por Um Guerreiro escocês narra em primeira pessoa, com pontos de vista alternados o destino selado pelo rei da Escócia para Eveline, filha do líder do clã Armstrong e Graeme, líder do clã Montgomery, rivais há séculos. Nessa tentativa de juntá-los em uma única família para manter a paz, ambos imaginam que um futuro carregado de ódio e abusos os esperam. Eveline crê que seu marido não terá piedade consigo e a fará pagar pelos pecados do seu clã e Graeme, recebe a notícia de que a filha única dos Armstrong é louca e jamais poderá lhe dar herdeiros.
Entretanto, assim que se conhecem, Eveline e Graeme encontram um no outro muito mais do que que obrigação. Eveline, que guarda no peito um segredo capaz de pôr em jogo o amor de sua família e seu clã, se vê ligada, graças a Graeme, a garota sonhadora e determinada que era antes do acidente que a deixou muda. Ele, é imediatamente arrebatado pela beleza e peculiaridade da jovem e luta contra a ideia de que talvez, o casamento com alguém fora do juízo vingue.
Juntos, eles descobrirão um amor maior do que o ódio que seus clãs alimentam durante gerações, enquanto fantasmas do passado farão de tudo para dar um fim a esse sentimento e a aliança dos gloriosa entre Armstrong e Montgomery.

Esse livro foi uma surpresa, daquelas muito boas. Quando eu li a sinopse, ou melhor, o título, eu imaginava que, vindo da Maya Banks, eu toparia com uma estória bastante erótica. Eu nunca li nada da autora (eu sei que é arriscado começar logo por um histórico), mas sabia que ela escrevia séries contemporâneas mais pegadas no sexo. Porém, assim que eu comecei a leitura, percebi que estava com um livro diferente nas mãos. 
A Maya não começa com um casal que se odeia mas que é obrigado a se aturar. Graeme e Eveline percebem logo que se conhecem que são diferentes dos demônios que suas famílias pintam. Eles sabem que são inocentes em uma batalha de muitos anos e que não há porque descontar no outro algo marcado na história e impossível de mudar. Esse ponto, que foge um pouco do "te quero, te odeio", juntamente com a narrativa detalhada e delicada da autora ganharam o meu coração. 

"Fora a sensação mais intensa que já experimentara. Jamais sequer imaginara como seria ficar com a mulher certa. Uma mulher que não era apenas uma diversão rápida e um alívio apressado. Isso era correto. Tão correto. Ele sabia que nunca sentiria algo assim de novo. Nunca haveria outra mulher para ele."

A Eveline é inicialmente uma personagem frágil, que não chega a ser mártir para proteger o seu clã, mas vê no casamento oportunidades além dessa. Ao decorrer da leitura, ela encheu o meu peito de orgulho, com sua força e determinação, necessárias para sobreviver aos abusos e enganações que me deram nos nervos como esposa do laird em um clã que a odeia. E com uma coragem do caceta para confiar no "inimigo" fatos dolorosos do passado, que, definitivamente, ferraram com o presente dela.
O Graeme também foi uma coisa de Deus, porque correu contra o macho alfa brutamontes que exige e submete suas esposa a todo tipo de coisa e espera que ela se apaixone. Sim, ele ainda é possessivo, muitos traços de machismo, mas não julguei com olhos atuais, os costumes do passado, não é justo, uma vez que o livro foi escrito fielmente a essa época. Enfim, o líder dos Montgomery se revelou muito gentil, acolhedor - indo muitas vezes contra a atitude brutal de seu clã para com Eveline - e merecedor da confiança que fez o relacionamento dos dois deslanchar.
O principal de tudo, foi como a autora tratou a aceitação da deficiencia da Eveline, dando um jeito de fazer com que, mesmo no periodo histórico tratado, ela conseguisse reconquistar sua independência e ser tratada com respeito. A perseverança andou de mãos dadas com a personagem  durante muitas cenas revoltantes e como o ódio não sumiu de vez, nem prevalesceu, mas foi se modificando, até onde a trégua e a paz viraram uma possibilidade.
Os personagens coadjuvantes como a irmã mais nova de Greame, Rorie, os irmãos dele e até azinimiga ajudaram a não deixar a leitura desacelerar, caprichando nas maldades e nas amizades 5ever e JÁ QUERO HOJE um livro sobre a Rorie!

"Ela daria qualquer coisa para poder ouvir um "eu te amo" dos lábios de seu marido. Daria tudo para ter um único dia em que pudesse ouvir. Apenas para se alegrar com o som de algo tão simples quanto algumas palavras saídas do coração de seu amado."

Como eu sempre digo aqui, o romance no livro foi muito doce e carinhoso. Lógico que a autora ahasou nas cenas de sexo, mas não foi nada escrachado, pelo contrário. Enquanto o "seduzida" no título engana, a Maya me envolveu com cenas sensual, com necessidade e o toque rústico e carnal da época, mas tudo isso envolto com muita doçura, foi a cereja do bolo!

O final foi bastante típico de romances históricos (não é spoiler, mas quem cresceu lendo clássicos da Harlequin vai sacar) e acabou não tendo muita importância, porque no decorrer o livro, a autora deu mais do que eu imaginava para um histórico. E foi tudo tão lymdo, que o momento drama me deu uma parada cardíaca e fechou com chave de ouro.

Seduzida Por Um Guerreiro Escocês é uma leitura repleta de peculiaridades e que mostra do primeiro capítulo, até o último, como o amor cura, reconcilia, protege e se adapta para se encaixar em qualquer cenário. Mais do que recomendado!

Avaliação: 4 estrelas

O segundo volume da série Montgomery e Armstrong já tem título! O Mais Desejado dos Highlanders conta a história de Bowen, um dos irmãos de Graeme e Genevieve e tem previsão de lançamento para novembro desse ano!
Traduzi um trechinho do livro, só pra incentivar vocês a começar esse série (porque eu sou dessas).

"Eu confio em você, Bowen. Apenas em você. Ame-me. Faça-me esquecer tudo o que ficou no passado".

Se você já leu algum romance com protagonistas deficientes, cheio de lições de vida, indique pra mim aqui nos comentários! 

Até a próxima!
Aline Azevedo
1 de outubro de 2016

Melhores Capas Estrangeiras: Setembro



Oi, gente! Tudo bem? 
Tô aqui hoje porque eu decidi fazer, mensalmente, um top top das melhores capas estrangeiras (e em breve nacionais) de cada mês. O que vocês acham?

Há algum tempo atrás eu postava diariamente os principais lançamentos estrangeiros, capa e sinopse traduzida, lá no perfil do Romantic Lit no Instagram, porém esse ano está uma loucura e já que não consigo mais fazer isso, resolvi não deixar vocês totalmente na mão e apostar no "quem vê cara, vê coração". Porque olhem pra essas capas, meu povo! Reparem que nem só de peitoral suado se faz a capa de um bom livro e com isso, eu convido vocês a nos seguir no Insta, e responder a pergunta que eu fiz por lá: você prefere livro com imagens na capa, como as acima ou os mais básicos, só cor, ilustração e fonte? Comente lá com a sua opinião!


Legenda: 
SN: Série Nova • LU: Livro único

OBS: O título Razing Grace não está linkado porque a autora Amo Jones mudou a data de lançamento para esse mês e o título ainda não entrou em pré-venda.

E aí, qual foi a sua capa favorita? Eu AMO a de Passion & Venom e a de Distrust (esse modelo é uma bênção). Comente aí com a sua favorita!

Beijos e ótimas leituras!
Aline Azevedo


15 de maio de 2016

Resenha: Caminhos de Afrodite - Em Busca do Prazer, de Camila Moreira

Caminhos de Afrodite - Em Busca do Prazer
Autora: Camila Moreira
Gênero: Erótico
Editora: Editora Foz
Páginas: 188
Sinopse: Uma escritora em busca de inspiração. Uma desconhecida em um mundo de luxúria. Um encontro que transformará suas vidas. 

O que deseja uma mulher? Em seus sonhos mais secretos e sensuais, o que e quem ela realmente quer? Como gostaria de realizar suas fantasias? Afrodite não tem medo de sentir, querer, e mais que tudo: contar. Ela revela suas aventuras eróticas sem culpa e pudor, nunca é vítima ou algoz. Afrodite é uma mulher em busca de prazer, que não mede esforços para satisfazer seus desejos. Numa sala de encontros virtuais, Afrodite conhece Atena – o codinome de Vanessa Sartore, uma escritora de sucesso que atravessa uma crise criativa. Com os prazos se esgotando para entregar seu novo livro erótico, Vanessa decide criar um perfil em uma sala de encontros virtuais. Já no primeiro contato, Afrodite se impõe como musa de um novo romance. Ela se propõe a narrar cenas íntimas, que viveu ao longo de anos, das suas noites mais trepidantes, ao amor feito pela primeira vez. Em Caminhos de Afrodite: em busca do prazer, Camila Moreira, referência na nova literatura erótica brasileira, revela, com malícia e sem juízo de valor, histórias excitantes não apenas como relatos sexuais, mas como um ensinamento de liberdade amorosa e sensual.


COMPRE O SEU EXEMPLAR FÍSICO AQUI E DIGITAL AQUI
Não dá para comprar ainda? Então adicione como desejado no Skoob!

Caminhos de Afrodite conta em primeira pessoa a estória de Vanessa, uma escritora de romances eróticos que está passando por um bloqueio criativo logo em cima do prazo para a entrega de seu novo livro. Casada com um homem que ama e a apoia em sua profissão e com uma filha pequena, Vanessa vai atrás de inspiração para a sua nova personagem na fonte infindável e loucamente diversa que é a internet. Depois de ler uma matéria sobre salas de bate-papo, ela decide explorar esse território desconhecido, onde conhece uma pessoa que se identifica como Afrodite e como se lesse seus pensamentos, se dispõe a narras as aventuras sexuais mais intensas que já viveu, tudo em busca no êxtase que encontra no prazer.


Gente (mania de começar resenha com gente), mas é que esse livro é muito bom!
Caminhos de Afrodite - Em Busca do Prazer foi publicado previamente na plataforma de publicação gratuita Wattpad com o nome Em Busca do Prazer e agora foi publicado pela Editora Foz.

O livro é sim um romance erótico. Todo o conteúdo quente fica por conta das narrações da Afrodite via bate-papo, onde ela revela sem pudores suas estórias de desejo e prazer durante os anos, onde ela busca saciar suas vontades sexuais e alcançar o estado de êxtase que apenas um orgasmo é capaz de proporcionar. Com o irmão de sua melhor amiga, no carnaval, em uma praia lindíssima da Bahia, onde seus olhos encontrassem um pretendente que a interessava, Afrodite ia com tudo pra cima, sem vergonha e sem medo de ser feliz. 

"Eu não o conhecia. Iran não fazia ideia de quem eu era. Mas era tudo muito simples: estávamos juntos pelo prazer. Pelo puro deleite de gozar e fazer gozar".

Até aí, já parece um romance quente como o fogo de mil sóis e que ultrapassa as barreiras da liberdade sexual como nós conhecemos (imposta pela sociedade), o que é medalha de ouro nessa leitura, porque retrata o direito das mulheres sobre seus corpos e vontades, daquele mesmo jeito que é tão aceito para os homens, mas repreendido por todos quando se trata do sexo feminino. Essa característica é sempre presente nas personagens da Camila, só um dos pontos para eu AMAR os livros dela. 

E a Camila ainda adiciona um diferencial no livro quando conforme Vanessa lê mais e mais aventuras de sua amiga misteriosa, sua sensibilidade de escritora identifica sob o exterior ousado e sensual de Afrodite, características de uma mulher que foge de algo, que tem medo de se envolver demais, por isso acumula casos rápidos e intensos, mas sempre que os relacionamentos com seus amantes se fortalecem, ela corta relações. A conquista do prazer com o tempo passa a ser tudo o que Afrodite conhece e eu passei leitura toda torcendo junto com Vanessa a cada novo relato, para que Afrodite desse uma chance para alguém e conhecesse mais do que apenas o desejo. Esse mistério suaviza a quantidade de cenas eróticas, instigando o leitor a olhar com um pouco mais de atenção para Afrodite.

Eu amei muitas coisas que agregaram profundidade na leitura, já que ela não é muito extensa. O mistério por trás de Afrodite, quase uma segunda protagonista, o formato de bate-papo no livro, o apoio que ela dá a Vanessa para que ela use seu dom das palavras para escrever sua estória, e o mais importante foi como em certo ponto das confissões de Afrodite, o prazer passa a causar certo sofrimento para ela, a desmistificando o erotismo e dando muito mais sensibilidade a leitura.
As cenas quentes foram muito quentes, gente! E tem cenas para todos os gostos: as mais românticas, as mais ousadas, e as verdadeiras Afrodites (que eu também amei no livro, porque fica entre o que todos acreditam, como deusa do amor e como realmente é, deusa do sexo).
O final foi muito emocionante, uma lágrima de emoção rolou com a surpresa que a Camila guardou para as últimas páginas! Fico feliz só de lembrar enquanto eu escrevo aqui. Foi lindo!

"Está clara a diferença entre as experiências relatadas. No início, Afrodite mostrava ser uma mulher que buscava o prazer acima de tudo. Hoje, percebi que ela tem um lado sentimental, que se preocupa não apenas com sua condição, mas também com os sentimentos dos outros. Isso prova que ela tem muito mais para revelar do que eu poderia imaginar".

Eu li esse livro muito rápido. Tipo, muito. E eu não a pessoa que lê mais rápido nesse mundo. Primeiro é a curiosidade sobre quem é a Afrodite, depois cada uma das loucuras sexuais que ela narra, que te deixa pensando "meu Deus, o que mais falta essa mulher fazer?" e em seguida, PÁ, a Camila te responde com outra confissão abrasadora, ela te conquista e você SÓ QUER VER A AFRODITE  SER FELIZ E A VANESSA ARRASAR NO LIVRO! E então o desfecho perfeito! Nem se esse livro não tivesse me prendido (o que ele fez maravilhosamente), EU pararia de ler, nem por um decreto! 

A Camila Moreira é SEN-SA-CIO-NAL (em caps e com separação de sílabas que é pra dar aquela gravidade), até suas estória mais curtas são perfeitamente amarradas, envolventes do começo até o fim e com o balanço perfeito entre o erotismo e a sensibilidade. Nada é excessivo (SÓ EU QUERENDO MAIS LIVROS MIM AJUDA) e tudo é lindo. Não me canso de ler e indicar! Manda mais, Camilaa!

Avaliação: 

Beijos!
Aline Azevedo
4 de maio de 2016

Resenha: Prenda-me, Japonês da Federal, de Renata Del Anjo




Prenda-me, Japonês da Federal
Autora: Renata Del Anjo
Gênero: Erótico
Páginas: 8
Sinopse: O Japonês da Federal veio me pegar de manhã cedo, mas em vez de me levar para a cadeia, ele me levou ao paraíso. Uma fantasia de amor com o policial mais famoso da Operação Lava-Jato! 

Clique AQUI para comprar ou ler gratuitamente pelo Kindle Unlimited

Prenda-me, Japonês da Federal é um conto curtinho da autora Renata Del Anjo, que conta sobre a fantasia erótica da esposa de um dos acusados na Operação Lava Jato - operação que investiga um grande esquema de lavagem e desvio de dinheiro, envolvendo a Petrobrás e outras grandes empreiteiras. 





Gente, foi assim. Eu tinha acabado de assinar o mês grátis do Kindle Unlimited e resolvi dar aquela zapeada rápida antes de dormir. Claro que quando eu passei por esse título não teve como ignorá-lo. O jornal tinha acabado de terminar e a Operação Lava Jato foi um dos destaques e sinceramente, foi muito bacana encontrar uma autora que escolheu um tema atual tão grave e colocado um pouco de leveza ali. Então eu resolvi ler.

A personagem principal, que não tem o nome citado, é esposa de um empreiteiro acusado na Operação Lava Jato e fica felicíssima em vê-lo ser preso, pois já tinha em mente pedir o divórcio e agora tinha uma razão mais substancial para isso. Porém, não contava que, pouco depois de se ver livre dele, seria arrebatada pela luxúria, quando o Japonês da Federal a arrastar de sua mansão como uma meliante e a levar a um lugar muito diferente da prisão; ao paraíso.

"Fiquei presa com os braços abertos na cama. Sem nenhuma delicadeza, ele tirou o meu robe. Eu estava presa e nua, totalmente a mercê daquele japonês tarado."

Como vocês viram na quantidade de páginas, o conto acaba em um piscar de olhos e é cômico para não ser trágico. O Japonês da Federal virou popstar depois das marchinhas e fantasias de carnaval dedicadas a ele, já que, sempre que um grande acusado da operação é preso, lá está o japonês da federal, com seus óculos escuros e cara de poucos amigos.

Tendo visto o Japonês, é muito desconfortável e engraçado imaginar aquele senhor como foi descrito pelas palavras da Renata, dominador, cheio de luxúria, aproveitando da prisão de Marcelo, marido da personagem principal, para levá-la ao paraíso. Eu ri demais do começo ao fim, infelizmente, visualizando o desenrolar do conto e o final foi clichê, porém, imagino que o conto tinha o intuito de ser divertido e despretensioso, então foi nisso que eu me agarrei durante a leitura.

"- O seu crime foi ter roubado o meu coração! Eu sou louco por você, eu te amo!
Ouvir aquilo foi como música para meus ouvidos. Me fez derreter."

Não posso contar muito mais, para não dar spoiler, mas apesar de claramente ter sido escrito para te fisgar pelo estranhamento, ao menos quando você vir uma nova reportagem sobre a Lava Jato e encarar o Japonês da Federal, a indignação vai vir muitos risos!

Avaliação: ★,5
Beijos!
Aline Azevedo
1 de abril de 2016

Papos de Sexta: Histórias em Quadrinhos


Hey pessoal! Nos últimos tempos tenho lido muito mais histórias em quadrinhos e visto seriados e animes do que lido livros. Não sei de onde surgiu esse interesse repentino, porque, apesar de desde pequena amar filmes e desenhos de super heróis e super vilões, eu nunca havia lido um quadrinho e só nesse mês de março li oito! Então decidi fazer uma listinha dos meus preferidos.

Esquadrão Suicida & Aves de Rapina


Acho que todo mundo sabe que nesse ano irá estreiar o filme do Esquadrão Suicida e eu gostei tanto, TANTO do trailer que eu decidi que iria ler os quadrinhos antes do filme. Acabei achando os sete volumes de Esquadrão Suicida & Aves de Rapina numa feira de quadrinhos e mangás e não perdi tempo e levei para casa. Já naquela noite comecei a ler e em dois dias havia terminado todos. É muito bom!
 Depois que eu comecei a ler o primeiro volume que descobri que metade da revista era a história do Esquadrão e a outra metade Aves de Rapina, que eu me apaixonei completamente também e que me deixou com raiva porque a história não acaba no sétimo volume e eu não acho em nenhum lugar para vender a continuação :(
A história do Esquadrão Suicida gira em torno de um projeto de diminuição de pena dos piores vilões do mundo. Se eles cooperarem e cumprirem alguns trabalhinhos sujos estarão livres, mas lógico que sendo vilões não vai ser tão simples assim. Enquanto isso, em Aves de Rapina, Canário Negro decide reunir algumas heroínas (a maior parte sendo procurada pela polícia) e uma vilã para cumprir uma missão. Isso é o máximo que posso contar de ambas as histórias.

Caso queiram começar a ler Esquadrão Suicida aqui vai a ordem correta:
Esquadrão Suicida & Aves de Rapina do 1 ao 7, Esquadrão Suicida nº Zero e depois Esquadrão Suicida do 1 ao 3 (o 1º está esgotado em todos os lugares em que procurei).

Aquaman


Eu não conhecia o Aquaman até ler esse encadernado, a única coisa que eu sabia é que ele era "o herói mais inútil da DC Comics". Quem diz isso é porque não conhece ele, porque, sinceramente, eu acho que ele é um dos mais forte. Um dos poderes dele é controlar a água e você já viu quanto de água tem o nosso planeta?! 
Basicamente a história gira em torno de quase todos os humanos acharem que ele é inútil e que consegue conversar com os peixes (haha DC, sua zoera) e também de criaturas marinhas começarem a atacar humanos, mata-los e sequestrar os que não mataram, levando para as profundezas e Aquaman é o único que pode resolver isso.

Bombshells


Bombshells se passa na época da 2ª Guerra Mundial, numa realidade alternativa, onde as heroínas são o foco e salvarão o dia, ou seja, Girl Power! Eu li apenas os quatro primeiros volumes, então não sei muito sobre qual será o rumo dessa história, porque ainda não foi lançado no Brasil e tem apenas esses volumes para ler no HQ Online, mas posso dizer que o que li gostei bastante, assim como o visual delas, meio pin-up. E também por causa dessa história estou querendo conhecer mais a Batwoman. Eu estou apaixonada por ela 

Arlequina


Eu sempre achei a Arlequina linda e por esse motivo comecei a ler a revista dela. Fútil? É, talvez, mas ela acabou se tornando uma das minhas personagens preferidas de livros, séries e filmes.
Nessa história ela ganha um prédio no Brooklyn cheio de inquilinos que fazem apresentações nesse mesmo lugar, nas quais ela participa as vezes e arranja confusão por causa do jeito meio pirado dela. Mas, afastada do Coringa, quer dar um rumo em sua vida e acaba dando uma de heroína, mas quase sempre faz as coisas erradas e de uma maneira surreal e engraçada. E também tem a Hera Venenosa. Nesses quadrinhos elas são um casal e são a coisa mais fofa! 

Até agora no Brasil foram lançados a edição Arlequina 1 e 2, Arlequina invade a Comic Con, Arlequina: Dia dos Namorados e Arlequina: Especial de Natal.

Bear


Bear não é sobre super heróis, mas eu não poderia deixar de falar sobre essa história recheada de referências da cultura nerd e com desenhos maravilhosos.
Raven se perde de seus pais e acaba encontrando um urso marrom meio alaranjado que, a contra gosto, resolve ajuda-la em sua busca e assim começa a aventura deles que, por enquanto, possui dois volumes. Essa história é muito amorzinho e uma verdadeira história de amizade. É lindo como a Bianca Pinheiro desenvolve os seus personagens. Os dois amadurecem no desenrolar da história e se tornam tão unidos...

Bom, por enquanto é isso pessoal. Caso tenham gostado do post não deixem de comentar aqui embaixo! E recomendem quadrinhos para eu ler ;)


Até mais, pessoal!

XOXO
Tiça, Uma Leitora

Filmow  Skoob  Instagram
 
♥ Theme por Yara Lima, do Dear Maidy, exclusivo para Romantic lit © 2015 • Todos os direitos reservados • Topo