RESENHA DE DORAMA: Romance Is a Bonus Book
Resenha: Simplesmente Ana, Marina Carvalho
Resenha: Swag, Cambria Hebert




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5 de agosto de 2020

Blog Tour: Want You to Want Me by Lorelei James


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"Deliciously real, modern, hot, and funny."—New York Times bestselling author Katy Evans

Want You to Want Me, a sexy friends-to-lovers contemporary romance from New York Times bestselling author Lorelei James is available now!


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Blurb: 

Hockey player Gabriella “Gabi” Welk spent her life in pursuit of championships, but she has little to show for it besides dusty trophies and second-place medals. Now her career consists of several part-time jobs to make ends meet. When Gabi gets a chance at her dream job, she swallows her pride and asks her nemesis—smart, sexy and savvy Nolan Lund—for help.

Since being named future CEO of Lund Industries, Nolan has triedhard to overcome his reputation as a fun-loving playboy and ladies’ man. For the first time ever, he’s more focused on the company than his personal life. He spends his free time at the ice rinkhis brother owns, cheering on his niece at her hockey games…and watching Gabriella Welk, thesuperstar athlete and assistant coach who gets under his skin in a way he can’t ignore. He’s shocked when Gabi agrees to trade a favor for a favor.

They have little in common besides their mutual mistrust, but between family crises and sibling rivalries, Nolan and Gabi realize they want to be more than just friends—much more.


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☑️ Add WANT YOU TO WANT ME to Goodreads: https://bit.ly/34yNM8A


Excerpt

“What?”

“The first random text you sent me. Christ. That might’ve been the corniest joke I’d ever heard, but I laughed my ass off for like five minutes. I’d had a shit day, I was still at work, feeling alone and pissy, and then your text pinged. For a brief shining moment, I knew someone in the world was thinking about me.”

“For real?” she whispered.

“Absolutely for real.” I let my lips brush the top of her ear. “I kept it casual and friendly. Biding my time until . . .”

“Until what?”

“Until I could make it clear to you that I intended to take friendly to a whole new level with us.” Feathering my mouth between her cheekbone and her ear, I murmured, “So tell me, Gabriella, when was I supposed to do that this week? When you came to me in a panic on Monday? When I texted you and asked if you had time for lunch on Tuesday and you turned me down? Or when I stopped by the rink last night and you sent me packing? Or tonight when I stormed into the men’s locker room because I worried you were really hurt?”

“You . . .” A shiver rolled through her. “Stop whispering in my ear, goddammit, it’s making it hard to think.”

She rolled her shoulder—to get closer or to get away from me? I froze. Waiting. When she stayed put, I had the answer I needed. 

And looky there, she’d also given me better access to that tempting neck. “Jesus, you smell good.”

“It’s just lotion.”

“It’s just you,” I half growled. “Have I mentioned that you were fucking magnificent on the ice tonight?”

“No . . . Oh god, that feels . . .” She moaned as I planted soft kisses down the front of her throat. 

“Mmm. I want to do this all night. But I won’t, because you have a big day tomorrow. And I won’t add to your stress of that by keeping on about this, but we both know it’s been building toward this.”I nuzzled the skin below her ear. “Am I wrong?”

“No.”


Lorelei's author pic (1)

Meet Lorelei James

Lorelei James is the New York Times and USA Today bestselling author of
steamy westerns in the Rough Riders series and the Blacktop Cowboys® series,
steamy romance in the Mastered series, contemporary romance in the Need You
series and Want You series, and the New Adult Rough Riders Legacy series, as
well as several stand-alone novels and novellas. Lorelei’s books have been
nominated for and won the Romantic Times Reviewer’s Choice Award as well 
as the CAPA Award. Lorelei also writes gritty mysteries under the name Lori 
Armstrong. Both she and her alter ego live in western South Dakota--yes, by
 choice--with her husband, and Copper, their crazy corgi who has made their 
empty nest more interesting.

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20 de maio de 2020

Resenha: Beijo de Sangue (Legado da Adaga Negra #1), J.R. Ward

Ficha Técnica
Título: Beijo de Sangue (Legado da Adaga Negra #1)
Autor: J.R. Ward
Gênero: Romance paranormal | vampiros | erótico
Editora: Universo dos Livros
Ano: 2016
Sinopse:  Paradise, filha do Primeiro Conselheiro do Rei, está pronta para se libertar da vida restritiva imposta às fêmeas da aristocracia. Sua estratégia? Entrar no programa do Centro de Treinamento da Irmandade da Adaga Negra para aprender a lutar por si mesma, a pensar por si mesma… ser ela mesma. É um bom plano, até tudo dar errado. As aulas são inimaginavelmente difíceis, seus colegas de sala são mais inimigos que aliados e está bem claro que o Irmão encarregado, Butch O’Neal, também conhecido como Dhestroyer, está atravessando sérios problemas em sua vida particular.

E tudo isso antes mesmo de ela se apaixonar por um colega de turma. Craeg, um cidadão comum, que não se parece em nada com o que o seu pai desejaria para ela, mas que é tudo o que ela poderia pedir em um macho. Quando um ato de violência ameaça pôr fim ao programa, e a atração erótica entre eles fica cada vez mais irresistível, Paradise é testada de maneiras que ela sequer poderia ter imaginado, o que a faz ponderar se é forte o bastante para reivindicar seu próprio poder… dentro do campo de batalha e fora dele.


Não sei dizer exatamente o porquê, mas a estória de Paradise e Craeg não funcionou muito bem para mim. Primeiros livros de séries são sempre complicados.
Creio que me apaixonei pela Irmandade da Adaga Negra porque o primeiro livro da série, do Wrath e da Beth é fenomenal, mas não senti aquela potência em Beijo de Sangue.

A Paradise foi uma personagem que me lembrou um pouco o escopo das Escolhidas da raça. Uma fêmea com direito e deveres impostos a ela por seu status social e sua linhagem de sangue, porém, com a faísca do "quero mais do que isso" acesa em seu coração. O processo seletivo para novos lutadores para a Irmandade significava ofício, autonomia, individualidade e uma quebra sem volta com as regras da Glymera.

Já Craeg começou com uma incógnita e se revelou vítima de um grande drama e em busca de vingança. Mas pouco de sua busca pessoal foi desenvolvido no livro, que se voltou mais para a distração que um se tornou para o outro durante o treinamento da Irmandade, distração essa que ambos não podiam sucumbir por motivos pessoais. O conflito que a paixão flamejante  e os segredos entre os dois levantou foi plausível, mas não pareceu ser suficiente para colocar a paixão deles em risco ou inserir algum tipo de ação entre o casal.

"- Beije-me, então - ela disse.
Nos recessos de sua mente, Craeg ouviu o som de dois caminhões se chocando de frente.
Cacete. Não havia volta.
Praguejando, fechou os olhos. Cambaleou. Percebeu que aquilo estava mesmo para acontecer." - pg 237

E por paixão eu digo conexão amorosa entre o casal, porque COMO SEMPRE a Warden incendiou os nossos exemplares com um fogo baixo que estava me deixando aflita! Craeg se saiu muito bem obrigado em questões de sensualidade bruta e Paradise matou bastante a curiosidade sobre tópicos condenados pelos Aristocratas ;D
Apesar dos ferormônios correrem soltos entre eles, a sensação que ficou após o término da leitura é que Beijo de Sangue deu espaço demais para os conflitos dos casais da Irmandade e acabou deixando o "legado" com pouco espaço e dedicação.

Falando em estórias secundárias, Beijo de Sangue trouxe grandes tremores para o casamento de Butch e Marissa, desenterrando feridas e traumas do passado de ambos.
É AB-SUR-DO como a Warden consegue enriquecer ainda mais a estória dos personagens da IAN. De verdade, sempre que eu penso que não existe mais nada para florescer entre os preciosos casais aparece uma ferida, intriga, perigo que coloca fogo em tudo mais uma vez e rende muitas mini paradas cardíacas em mim.
Um mistério brutal mas também pra lá de sexy envolve Butch e Marissa numa perigosa aventura e revela um lado bem sensual do casal, que eu já achava babado pela paixão|devoção de Butch por sua esposa e pelas auto-descobertas de Marissa, após seus afastamento da Glymera.  Eu quero muito mais desse casal envolvido em perigos e jogos sensuais!

" Existiam muitas, inúmeras outras jornadas a tomar para níveis mais profundos de aceitação e compreensão.
Era lá que se encontrava a felicidade. E o "para sempre" era o esforço que você estava sempre disposto a empenhar para permanecer próximo, para aprender, e para crescer em uma união." - pg 315

Pequenos tesouros também foram espalhados por essa leitura, como personagens novos e apaixonantes (Axewell e Novo!), novos ambientes de circulação dos personagens e, é claro, loucuras fresquinhas do nosso anjo caído favorito, Lassiter! Eu amo como a Warden "desbloqueia" novidades em suas séries como num jogo. O mesmo universo torna-se cada vez mais sedutor e cativante para o leitor.

Em suma, apesar de Beijo de Sangue não ter dado base suficiente para saber do que se tratará a série "Legado da Adaga Negra", valeu a pena a leitura pela interação romântica entre o casal Craeg e Paradise, mas principalmente pelo que foi retomado da série principal, Butch e Marissa e pelo que está por vir, como a história de Axewell e Novo.
Os leitores da IAN DEVEM ler Beijo de Sangue, uma vez que desenvolverá acontecimentos secundários da vida dos personagens da Irmandade e também, porque no fim do dia, tudo o que a Warden escreve é ouro e não dá pra se afastar desse Midas do romance sobrenatural!

Q:Comenta aí embaixo qual o seu irmão favorito da Irmandade da Adaga Negra! O meu será forever o Qhuinn! 

Beijos, até a próxima e #FICAEMCASA


18 de maio de 2020

[BLOG TOUR] Promise Me Forever, by Kate Stewart, A Zavarelli, BB Reid, Kennedy Ryan



Promise Me Forever, an must read collection of bestselling novels by four bestselling authors from Top Shelf Romance, is available now!

  
For the love of books...
Top Shelf Romance is devoted to bringing readers a new standard of Romance. Unforgettable books in a collection you'll cherish.

Promise Me Forever is a collection of four best-selling novels, including: ⁣

Drive by Kate Stewart
Ghost by A Zavarelli
The Stolen Duet by BB Reid
Flow & Grip by Kennedy Ryan
Top Shelf Romance represents the best of the best in romance. There are no cliffhangers. These are simply must-read novels for readers looking for the best in happily ever afters.
  
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🖋 Meet the Authors:



💜 Meet Kate Stewart:

USA Today bestselling author and Texas native, Kate Stewart, lives in North Carolina with her husband, Nick, and her naughty beagle, Sadie. She pens messy, sexy, angst-filled contemporary romance, as well as romantic comedy and erotic suspense. Kate's title Drive was named one of the best romances of 2017 by The New York Daily News and Huffington Post. Drive was also a finalist in the Goodread's Choice awards for best contemporary romance for 2017. Her works have also been featured in USA TODAY and BuzzFeed, and translated into five languages.

Kate is a lover of all things '80s and '90s, especially John Hughes films and rap. She dabbles a little in photography, can knit a simple stitch scarf for necessity, and on occasion, does very well at whiskey. ​

🖱 Connect with Kate Stewart:

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💜 Meet A. Zavarelli: 

A. Zavarelli is a USA Today and Amazon bestselling author of dark and contemporary romance.

When she’s not putting her characters through hell, she can usually be found watching bizarre and twisted documentaries in the name of research.

She currently lives in the Northwest with her lumberjack and an entire brood of fur babies.

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Goodreads: https://bit.ly/39J7kI0
Bookbub: https://bit.ly/3aHWm6Z
Instagram: https://bit.ly/39DLh5z
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Website: https://bit.ly/2wV69bs




💜 Meet B.B. Reid:

B.B. Reid is a bestselling author of new adult romance. She grew up the only daughter and middle child in a small town in North Carolina. After graduating with a Bachelors in Finance, she started her career at an investment research firm while continuing to serve in the National Guard. She currently resides in Charlotte with her moody cat and enjoys collecting Chuck Taylors and binge-eating chocolate.

Please visit her website for more information: www.bbreid.com

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Stay up to date with B.B. Reid by signing up for her newsletter http://bit.ly/NEWS-BBREID



💜 Meet Kennedy Ryan: 

Wall Street Journal and USA Today bestseller and RITA® Award Winning author, Kennedy Ryan, writes about women from all walks of life, empowering them and placing them firmly at the center of each story and in charge of their own destinies. Her heroes respect, cherish and lose their minds for the women who capture their hearts.

She is a wife to her lifetime lover and mother to an extraordinary son. She has always worked with charity and non-profit organizations, but enjoys raising Autism awareness most. A contributor for Modern Mom Magazine and Frolic, Kennedy’s writings have appeared in Chicken Soup for the Soul, USA Today and many others. The founder and executive director of a foundation serving Atlanta Autism families, she has appeared on Headline News, Montel Williams, NPR and other media outlets as an advocate for families living with autism. 
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29 de março de 2018

Resenha: Dark House, Karina Halle


Dark House (Experiment In Terror #1)
Autora: Karina Halle
Gênero: New adult/terror 
Editora: Única Editora
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Páginas: 352
Sinopse: Sempre houve algo fora do normal com Perry Palomina. Embora ela esteja vivendo uma crise ao passar pela síndrome pós-faculdade, assim como qualquer garota de vinte e poucos anos, ela não é o que chamaríamos de comum. Perry possui um passado que prefere ignorar, e há também o fato de que ela consegue ver fantasmas. Tudo isso vem a calhar quando se depara com Dex Foray, um excêntrico produtor que está trabalhando em um webcast sobre caçadores de fantasmas. Dex, que se revela um enigma enlouquecedor, arrasta Perry para um mundo que a seduz e ameaça sua vida. O farol de seu tio é pano de fundo de um mistério terrível, que ameaça a sanidade da moça e faz com que ela se apaixone por um homem que, como o mais perigoso dos fantasmas, pode não ser o que parece.






Dark House foi uma leitura definitivamente diferente. 
Eu comprei esse livro em um sebo, só porque eu vi que era da Karina Halle, uma autora que eu vivia rezando para ser publicada aqui no Brasil por causa dos seus livros de romance. Entretanto, eu não fazia ideia que ela tinha essa série ou que ela tinha sido publicada há uns 3 anos aqui no Brasil. Então em janeiro em entrei em um desafio de leitura e o tema desse mês era um livro pertencente a um gênero que eu nunca leio. Logo me veio esse na cabeça, já que é de terror e apesar de eu AMAR filmes de terror, eu tenho PAVOR de livros de terror. Livros tem aquela capacidade mística de ser recriados dentro da cabeça de cada leitor durante a leitura e eu definitivamente não quero um cenário com espíritos dentro da minha cabeça ás 03h da manhã no meu quarto escuro :)

Ok, já falei demais sobre coisas aleatórias. A questão é que eu sempre quis ler um misto de terror com romance e quando vi Karina Halle + terror, imaginei que tinha encontrado uma pérola. E realmente encontrei, mas não do jeito que eu imaginava.

Dark House é uma incógnita do inicio ao fim. O livro me lembrou um recorte no meio do percurso de uma história, onde você conhece um pouco dos personagens, o objetivo e o drama principal deles, vive suas angústias, seus medos, suas vitórias... Mas quando você chega na última página as grandes perguntas levantadas no início ficam sem resposta. Esse livro faz parte de uma série com mais 6 volumes (incluindo novellas), então acredito (e espero do fundo do coração) que tudo fique bem explicadinho neles, porque quando eu terminei, o terror que o gancho deixou e a angústia pra saber O Q TÁ ACO TESENDO no livro dá uma aflição muito grande.

A Perry é a personagem que mais é desenvolvida durante a leitura e uma das partes que eu mais gostei. Ela tem uma melancolia daquelas comuns no início da fase adulta, onde ainda não se sabe quem é, o que quer e como conseguir as coisas na vida. Possui um histórico de uso de drogas e de fragilidade mental que é uma das interrogações da leitura. Será que o que Perry vê é real? Será que só uma parte é real e a mente dela construiu o resto para fazê-la se sentir importante? Pois é.
Apesar dessa personalidade triste, a personagem cresce em coragem e ousadia durante a leitura, quando conhece Dex no assustador farol desativado. 

"Havia algo estranho neste lugar, algo vagamente familiar. Revirei meu cérebro tentando reconhecer algo mais tangível, mas nada veio a mente. Apesar do vento da costa, que então entrava livremente, havia uma quietude denso no ar. Era estranhamente atraente e muito sobrenatural".

O que eu posso falar do Dex é o nome dele e fim (risos nervosos). Porque ele é um personagem que aparece repentinamente para alimentar as visões de Perry e com isso acaba dando a ela apoio para encontrar o sentido que ela procurava na sua vida, não só oferecendo a oportunidade de trabalhar no novo programa que pretende criar, mas também botando mais lenha na fogueira com suas próprias experiências e pouquíssimos mistérios sobre quem é, que são revelados ao longo da leitura, levantando mais e mais dúvidas e teorias da conspiração (ADORO).

Essa lenha que ele coloca na fogueira sai do âmbito espiritual amaldiçoado e atinge o coração juvenil de Perry. Olha, essa foi uma das paixões platônicas mais angustiantes que eu já li. Porque não só Dex é o espírito artístico rico, ousado e indomado, como é lindo com suas falhas, engraçado, inteligente e deu match até com as questões mentais frágeis de Perry. Ela nunca teve alguém que acreditasse no que passava com ela e quando isso acontece, com um cara lindo e que ainda quer trabalhar com era, é flechada certeira no coração. Entretanto, Dex é um workaholic  muitos anos mais velho que ela, alheio a quase tudo, com um temperamento volúvel demais para se confiar e que namora uma mulher linda e que Perry acha que nunca conseguirá chegar perto de ser.

Toda essa situação é muito tensa e confesso que fiquei desapontada, porque esperava pelo menos um indício de que essa história de amor não fosse unilateral. Eu adoraria que todo esse medo e dúvidas e perigo fizessem os dois correrem para os braços um do outro e eu quebrei a cara, mas isso não estraga o livro de maneira nenhuma, só desperdiça um chilli que poderia existir ali.

"Eu estava a um palmo de distância de seu rosto.Seus olhos, apesar de ilegíveis, olhavam profundamente nos meus. Eu podia facilmente ficar lá por um bom tempo, só olhando para ele, segurando seu olhar. Se eu imaginasse com força o suficiente, eu poderia quase ver raios fluindo entre nós numa linha inquebrável."

Toda a trama de terror é muito diferente. Não foi tão forte a ponto de me deixar sem dormir, mas deu arrepios suficientes para eu evitar ler a noite. A autora foi muito criativa com os elementos do susto e criou uma aflição de primeira com situações que ficam naquela linha entre o real e o imaginário. As lendas usadas são super interessantes e a maneira como elas são desenroladas durante a leitura são bem assustadoras, confesso. E o que mais me fez aplaudir de pé foi que o mistério que Dex traz consigo é tão maciço, que o terror se divide entre o que é sobrenatural e completamente exposto para Perry e o que é real, mas oculto para ela em Dex. É sensacional quando o real é mais perigoso do que o que pode estar dentro da cabeça de um personagem!

A leitura de tudo isso acaba sendo bem ágil, porque dá muita curiosidade de saber o que acontecerá em seguida. Fiquei curiosa em descobrir mais sobre o Dex do que sobre os espíritos envolvidos e como a autora vai soltando informações em doses homeopáticas, quando eu vi, já estava nos últimas páginas. E o final, como eu citei no começo é uma incógnita apavorante, que te deixa desesperado para entender. Entender tudo, principalmente o enigma aterrador e ao mesmo tempo bem feliz que um espírito medonho vestido de palhaço e com um batom vermelho borrado profere. Eu estou muito aflita para continuar logo com essa série e com altas expectativas!

Eu não gritei, não perdi o sono, mas dormi com o abajur aceso e senti um arrepios de terror e aquela sensação de presença atrás de mim, então já posso dizer que valeu a pena ler! 

Dark House é um terror light, onde real e imaginário são ameaças com o mesmo potencial e que te deixará no mínimo curioso para ler a sequência. Não tem um romance propriamente dito, mas tem personagem que se conectam com o coração e com a mente e que no futuro da série (AJUDA DEUS) podem evoluir para uma conexão mais física também. Superou minhas expectativas na parte terror, não superou na parte romance, mas ainda super indico para você ler naquela tarde nublada, com uma xícara de chá e um cobertor para te proteger dos espíritos!

"Era irritante, horripilante às vezes, sentir como se o apego pela realidade estivesse lasseando, como se estivesse lidando com algo muito além de qualquer compreensão sobre a vida e a morte. E ainda assim era tão cativante. 
De certa forma, ao lidar com os mortos, eu nunca havia me sentido tão viva."

A série Dark é composta por: Dark House, Red Fox, The Benson, Dead Sky Morning, Lying Season, On Demon Wings, Old Blood, The Dex-Files, Into The Hollow, And With The Madness Comes The Light, Come Alive, Ashes To Ashes e Dust to Dust. Aqui no Brasil, o único título publicado pela Única Editora foi Dark House.

Fique de olho aqui no RomLit para as resenhas dos próximos livros e adquira o seu na Saraiva ou na Amazon!

Uma abraço e até mais!
7 de março de 2018

Resenha: Incontrolável, Sylvia Day

Incontrolável
Autora: Sylvia Day
Gênero: Romance histórico/erótico
Editora: Universo dos Livros
Páginas: 272
Adicione a sua lista de leitura do Skoob e do Goodreads!

Comprar: Amazon - Saraiva 

Sinopse: Sylvia Day, autora de maior sucesso no gênero erótico, cujos livros já foram publicados em mais de 40 países, traz mais um best-seller de tirar o fôlego de seus leitores. Quem suspirou com Obstinada e Desejada, não pode deixar de conhecer mais um dos romances históricos da autora.
Em Incontrolável, Isabel, a conhecida Lady Pelham não poderia ter encontrado um marido melhor. Gerard Faulkner, o Marquês de Grayson é um amigo querido e encantador, além de um sedutor incorrigível. A união deles é sólida, mas seus corações estão longe um do outro. Eles são o casal mais escandaloso de Londres. Lady Pelham e o Marquês de Grayson combinam em tudo no apetite luxuriante, nos constantes casos amorosos, na inteligência aguçada, na reputação provocante e em sua absoluta recusa a arruinar seu casamento de fachada, ao acender a paixão que até então não existia. Isabel sabe que um libertino charmoso como o marido nunca conquistará seu amor, e nem ela poderia roubar o coração galanteador dele. O casamento é uma grande farsa... até que um acontecimento chocante afasta Gerard de seu lado.
Agora, quatro anos mais tarde, Gerard retorna para Isabel. Mas o jovial malandro de antes voltou como um homem poderoso e irresistível, que está determinado a seduzi-la e a ganhar seu coração. Este não é o mesmo homem com quem ela se casou, mas pode ser o homem que finalmente conquistará seu corpo e sua alma...

Sabe aquela série que tem livros maravilhosos nela e você espera que, volume após volume, ela se supere? Então, infelizmente não foi assim com essa. Primeiro porque apesar da Universo dos Livros lançar 5 romances históricos da Sylvia Day com o mesmo design de capa, eles não fazem parte de uma série. Segundo, porque eu cheguei com altas espectativas para ler Incontrolável, uma vez que, Obstinada e Desejada foram leituras sensacionais, e acabei me decepcionando.

A grande sacada da leitura é a paixão avassaladora que acontece "inesperadamente" dentro de um casamento. E ela realmente é avassaladora. A Sylvia Day escreve alguma coisa ruim, gente? Porque a intensidade entre Gray e Isabel foi de tirar o fôlego! A autora conseguiu mostrar o que cada personagem sentia sem descrições, mas mostrando nas cenas que apareciam juntos e principalmente nas cenas de sexo, o quanto ambos se rendiam a paixão ao mesmo tempo que tentavam entedê-la e não temê-la. Até aí tudo certo, mas alguns pontos do enredo foram desconfortáveis para mim. Tipo aquele momento que você fica (???) sabe?

Um deles é a forma como Gray negligencia o seu casamento e depois volta exigindo tudo o que um matrimônio oferece. Apesar de se tratar de um romance histórico e normalmente eu não julgar costumes antigos com olhos contemporâneos, acredito que, por o livro já não estar me agradando, foi um ponto que me incomodou ainda mais. Isabel ter que lidar com um casamento decepcionante e trágico e logo depois ter que lidar com um marido que passa de ausente a exigente e que pretende quebrar o acordo do "casamento por conveniência" foi um tanto irritante.

Alguns pontos no desenvolvimento dos personagens também dificultaram a leitura para mim. Como a mudança da personagem Isabel, que começa o livro como uma mulher ferida, entretanto, muito determinada. Determinada a não se deixar apaixonar novamente, a não se deixar ser difamada e a tudo que viesse a ameaçar a mulher que era. Entretanto, após se envolver mais profundamente com Gray, a personagem tem sua personalidade dissolvida, a ponto de no final do livro nem parecer mais a mesma do início. Isso foi estranho porque enquanto Isabel era suavizada até demais, a figura de Gray foi se agigantando no enredo e em atitudes para com a personagem, o que deixou a relação entre eles um tanto desproporcional. E em um romance, eu espero doação e intensidade - mesmo que de maneiras diferentes - de ambos do casal e não de um só.

"- Você e eu e mais ninguém, Isabel. Mesmo que seja a última coisa que eu faça, vou encontrar uma maneira de ser aquilo que você precisa.Dentro de seu coração, ela sentiu um calor florescer. Gray não era como Pelham. Ele era acessível e honesto. Sua paixão era real e tangível.Talvez ela não fosse prática quando se tratava de casamento, mas com seu marido, ela não precisava ser."

Eu não gosto muito de livros onde o grande drama é uma terceira pessoa - comentei um pouco sobre isso na resenha de Easy - , e isso tem bastante nessa leitura, só que não se trata disso o verdadeiro drama. Existe um outro fato, na segunda metade da leitura que ressaltou a mudança da Isabel para alguém extremamente frágil e insegura e esse fato foi tirado da cartola de uma maneira que eu jamais imaginaria que pudesse causar um baque tão grande entre os personagens. Fiquei com a sensação de ter sido uma coisa improvisada pela autora e não sei explicar exatamente o porque, mas caiu bem para mim.
Voltando aos pontos positivos, um parte que eu amei demais no livro foi a estória de amor paralela entre Rhys e Abby . Confesso que fiquei até mais empolgada para ler esta do que a estória central. Rhys, irmão de Isabel é um outro jovem que vive de excessos, até decidir se casar com uma mulher de nome e posses. Enquanto faz suas escolhas nos chás em que Isabel é convidada, ele avalia suas opções, até se ver enfeitiçado por uma moça que passa longe de tudo o que procura.

"- Você é muito diferente do homem com quem me casei, mas sua malícia é algo que, felizmente não mudou. Você é exatamente da maneira como eu quero que seja.Gerard a abraçou e a levou para o chão.- Eu também quero você."

Sem uma beleza excepcional, sem um corpo esbelto, humilde e com uma personalidade curiosa e ousada, ela o deixa louco, até Rhys descobrir o que ela realmente queria dele! Sério, foi jovial, provocante, sexy e aquele tipo de história de amor que te deixa suspirando de felicidade no final. Eu amei e queria muito um livro dos dois, entretanto, a estória teve começo, meio e fim dentro deste livro, então acho difícil.

Concluindo, Incontrolável é um romance histórico de prato cheio para quem procura uma trama simples e sensual, que trata de traumas causados pelo amor e pela morte e como o amor pode aparecer onde menos se espera.

Incontrolável é o terceiro livro desta suposta série, seguido por Possuída e Dominadas.

Até mais!
Beijos!
24 de janeiro de 2018

Resenha: Feitiço Sombrio, Christine Feehan


Feitiço Sombrio (Os Cárpatos #4)
Autora: Christine Feehan
Gênero: Romance/Sobrenatural
Editora: Universo dos Livros
Páginas: 352
Comprar: AmazonSaraiva
Sinopse: Christine Feehan é autora de mais de quarenta romances, incluindo quatro séries que chegaram ao número um dos mais vendidos do The New York Times. Ela encanta muitas leitoras com as histórias dos sedutores vampiros da série Cárpatos, lançada pela Universo dos Livros. Agora, apresentamos mais um romance sombrio de tirar o fôlego!

A jovem Savannah Dubrinski era uma ilusionista mundialmente famosa, capaz de hipnotizar milhões de pessoas em seus shows. Mas havia Gregori, o vampiro obscuro que a aprisionou em um terrível cativeiro. Os olhos claros e a quente sensualidade de Gregori provocavam em Savannah arrepios de perigo e de desejo. Com seu próprio feitiço sombrio, Gregori dizia que ela havia nascido para salvar sua alma maligna. E finalmente chegou a hora de lutar por ela! Para torná-la completamente sua. Entre nesse ritual de sedução apaixonante, que é tão antigo quanto o tempo e tão inevitável quanto a eternidade.


Feitiço Sombrio é, definitivamente, o livro da série Os Cárpatos que eu tinha maior expectativa. Desde a primeira vez que Gregory, O Obscuro apareceu entre os Cárpatos eu fiquei curiosa em como a autora faria para inserir uma paixão na vida de um personagem tão frio e distante. Quando eu vi quem seria o seu par, minha expectativa aumentou ainda mais, por ser filha do príncipe da raça e eu já prever que teria um temperamento que rivalizaria com o do Gregory. Só que, quando eu comecei a ler, eu só vi mais das mesmas características que começaram a me chatear nos 3 primeiros livros da série.
Eu precisei dar duas chances a leitura porque, nas primeiras 120 páginas do livro, o mesmo machismo e até os vícios de escrita da autora, que já me desanimaram nas últimas leituras, voltaram com força total. Por Gregory ser uma figura poderosa entre os Cárpatos, isso fica ainda mais forte e, sinceramente, desacelera a leitura a ponto de eu pensar se realmente seria um livro com algum diferencial.

Outros quesitos também contribuíram para o meu desinteresse inicial pela leitura, como algumas atitudes de Gregory, no passado, que são tratadas com irrelevância por Savannah, mas que ao meu ver, são extremamente perturbadoras. A personagem que começou independente e determinada, a personificação do grito de independência entre as mulheres Cárpato, foi sendo completamente transformada após saber que era a parceira de Gregory. Alguns poucos traços de sua personalidade como as provocações e algumas teimosias permanecem, mas pareceu que a essência de Savannah se perdeu, o que deixou a personagem principal inconsistente e definitivamente apagada perante o Gregory.

Outro ponto foi como a participação da sociedade que caça os Cárpatos não é sólida ao menos nos primeiros 4 livros da série. As aparições são poucas, ela não é muito bem explicada e não interfere tanto de maneira decisiva ou empolgante dentro da estória do casal que cada volume traz.
Apesar de todos esses pontos que poderiam ser melhores para ajudar a leitura a fluir, quando eu resolvi dar a segunda chance a leitura, também encontrei muitos aspectos legais. A relação de dominação de Gregory sobre Savannah continua, mas é menos enervante depois que eles se conhecem melhor. A personagem, com sua personalidade vivaz e divertida acaba por quebrar a resistência de Gregory. O jeito brincalhão como os dois interagem e como a paixão de Gregory junto com a capacidade de proporcionar o que ela deseja acontece é bem fofo.

"- Seu corpo e o meu escolheram por nós. Não há outro homem para você, Savannah. Nem agora nem nunca. Posso sentir suas emoções quando homens, humanos ou cárpatos a tocam. Você sente repulsa; não consegue suportar que a toquem - a voz dele ficou ainda mais grave, uma carícia de magia negra que parecia enviar um calor, espalhando-se por ela como lava derretida. - Isso não acontece com o meu toque, MA PETITE. Nós dois sabemos disso. Não negue, ou serei forçado a comprovar o que digo."

Essa quebra de resistência acaba por equilibrar o jogo da dominação, porque Savannah acaba por conseguir influenciar as decisões ferrenhas de Gregory, já que ele quer ser sempre a pessoa a prover o que ela deseja. Outro ponto que fez o meu coração derreter foi7 a rapidez com que Gregory expôs suas inseguranças e segredos para sua companheira. Foi tão rápido, que ele demorou a perceber.

O livro se passa principalmente em Nova Orleans e a autora utilizou de uma das lendas da cidade para inserir (mais) um pouco de ação no livro. Eu adorei a surpresa que isso me trouxe e também adorei a lenda (mesmo sem saber se ela é real), eu me senti mais tragada pela aura mística da cidade. Foi ótimo!
Ok, Savannah e Gregory foram muito bons, mas vamos falar de personagem coadjuvante? Porque eu estou simplesmente encantada com o Gary! Ele foi um dos personagens mais importantes do livro e apesar de não ter força física, influenciou com seu poder intelectual e com a amizade bonita que formou com o casal. Um personagem corajoso, íntegro e muito divertido, daqueles que todo livro precisa ter!

E pra fechar essa resenha eu preciso falar do ponto que entrou para o meu top de leituras. Feitiço Sombrio tem uma cena de sexo que entrou com toda a honra para o meu top de “melhores cenas de sexo”. Porque foi mais do que isso. A Christine Feehan fez uma magia que conseguiu sumarizar em uma cena sexual o que é a série Os Cárpatos. O que é esse romance sobrenatural que nos cativou até agora. Eu fui arrebatada por uma cena que deixa clara a conexão da raça com a natureza e a conexão da paixão com o íntimo do ser Cárpato. Foi intensa, foi emocionante, foi de tirar o fôlego (sério, meu coração tá emocionado até agora e já faz alguns dias que eu terminei a leitura). Eu simplesmente amei e aplaudi de pé.

"Ela era pequena, delicada, entretanto forte e selvagem como qualquer coisa que a natureza conjurasse. O calor insaciável do ritual cárpato os envolvia, mas o coração dele fora capturado para sempre, então, embora fosse muito selvagem, ele agia mais ternamente do que nunca".

Bom, gente, Feitiço Sombrio é um livro que tinha um potencial grande, mas que na minha opinião, não o alcançou. E não só por algumas falhas no próprio livro, mas por coisinhas chatas que já vieram acumulando dos volumes anteriores e que nesse livro já eram coisas bem chatas. Entretanto, não posso dizer que foi um desperdício de tempo. Savannah, Gregory e Gary conseguiram me divertir e me envolver em algumas partes do livro e alguns pontos da leitura foram sensacionais e me lembraram o sentimento bom que tive ao ler Príncipe Sombrio. Foi uma leitura satisfatória.

Apesar disso, eu fico bem chateada pela série Os Cárpatos ter sido descontinuada pela Universo dos Livros. Ok, é uma série que tem mais de 25 livros? Sim. Mas é sempre chato quando uma série que você acompanha, mesmo que não seja a melhor, é cortada no meio. E como essa é uma das séries de romance sobrenatural mais famosas, tenho medo desse gênero perder o apelo e deixar de ser publicado por aqui (porque vamos falar sério, são pouquíssimas as séries desse gênero publicadas no Brasil).

Enfim, se você quiser conhecer um pouco mais sobre a autora Christine Feehan e sobre suas séries publicadas e outras novidades, é só clicar AQUI. E você pode adicionar Feitiço Sombrio nos seus desejados do Skoob e do Goodreads!
Se você tiver alguma série de romance paranormal já publicada aqui no Brasil para me indicar, deixe aqui nos comentários! Eu vou amar!

Beijão e até mais!





20 de janeiro de 2018

[POST FIXO] Lançamentos Internacionais 2018: Janeiro


De 01 á 15 de janeiro
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Em breve lançamentos de 15 - 31 de janeiro

Grande abraço!
 
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